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Traços mais modernos, apostando no valor e simplicidade. Essas são as principais características da nova logo do Hospital IPO – referência em Curitiba na área de otorrinolaringologia – parte de mais uma mudança no ano em que a instituição completa 25 anos de existência.

A nova logomarca foi desenvolvida com a premissa de sintetizar em imagem a tradição, experiência e segurança da marca. As artes devem ser implantadas nos próximos meses na comunicação externa, visual, institucional e interna da instituição.

“Esse reposicionamento acontece como uma forma de modernizar o apelo visual da marca, que ao longo de décadas soube acompanhar a evolução da medicina e da tecnologia para o setor”, avalia Thaís Prochmann, coordenadora de comunicação do Hospital IPO.

Sobre o Hospital IPO – O Hospital IPO é especializado no tratamento de ouvido, nariz e garganta, e conta com uma equipe multidisciplinar de áreas relacionadas à otorrinolaringologia. Atualmente possui o único pronto-atendimento 24 horas da especialidade no sul do País, mais de seis centros de tratamento, estrutura educacional voltada para a otorrinolaringologia, mais de 150 médicos atendendo em 20 especialidades e mais de 30 unidades de atendimento no Paraná e Santa Catarina.

O grupo surgiu com união de um grupo de professores de medicina da Universidade Federal do Paraná, em outubro de 1992, para a criação de um centro especializado em otorrinolaringologia, ofertando consultas, exames, procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos. Em junho de 2000 inaugurou seu hospital, um edifício de 11 mil metros quadrados, dispostos em 10 andares, localizado em Curitiba, no bairro Água Verde.

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Projeto piloto está em desenvolvimento no Hospital IPO de Curitiba. Sempre aos sábados, Amigo robô recebe e conduz pequenos pacientes aos médicos.

Quem é pai ou mãe sabe da dificuldade que é convencer uma criança a comparecer a uma simples consulta no pediatra, que dirá um exame ou procedimento cirúrgico. Para tentar ajudar aos pais nesta tarefa, uma parceria entre um hospital e um grupo de pesquisadores desenvolveu um amigo robô, que recepciona e leva os pequenos até a sala onde passaram pela primeira etapa da cirurgia.Em fase de testes, o Hospital IPO e sua equipe, deu início a uma parceria com uma startup curitibana que está desenvolvendo um trabalho específico para isso: desenvolveu um robô amigável que pode se locomover e interagir com os pequenos em atividades lúdicas que as distraem da tensão do momento. O ‘amigo cibernético’ entra em acão sempre aos sábados, dia de maior movimento no estabelecimento de pacientes mirins.“Tratamos esse projeto piloto como um complemento do espaço pré-cirúrgico, realizando um processo de ambientação para que a criança não seja submetida a uma tensão desnecessária”, conta João Luiz Garcia de Farias, diretor técnico do Hospital IPO. Ele reitera que o hospital sempre está atento às necessidades dos pacientes. “Com as crianças, não é diferente: temos um espaço kids imersivo cujo principal objetivo é deixar os pais despreocupados e seus filhos à vontade”, conta .Ainda em fase de testes, o robô começou a ser desenvolvido há oito meses pelo engenheiro francês Olivier Smadja. Trata-se, na prática, de um tablet com programação interativa acoplado a uma estrutura, que pode ser controlado por controle remoto ou seguir um padrão pré-estabelecido. O tablet serve para criar o rosto do robô, que responde ao toque das crianças e possui detector de movimento. “Ele é capaz de conversar através de frases programadas, que estimulam a criança a tocar a tela e brincar com seus recursos”, conta.Mãe da Laís, de 4 anos de idade, Patricia Paulitzki Kurta elogiou a iniciativa do Hospital IPO em uma visita à unidade da Avenida República Argentina. “A Laís veio aqui para fazer um exame de adenoide, mas ao chegar no espaço kids esqueceu completamente”, elogia. “Acho excelente essa iniciativa porque é diferente e realmente ajuda as crianças a relaxar. Se não fosse o robô, ela com certeza estaria bem mais tensa”.O robô, aliás, consegue se deslocar pelo Hospital. A pequena Laís, por exemplo, pegou o elevador com ele até o local do exame. Lá, o difícil foi se despedir. “Trabalhamos em conjunto com o engenheiro para desenvolver um projeto que tivesse uma imersão lúdica e interessante para o universo infantil. Na prática, a ideia é que elas possam ter um amigo antes e depois de qualquer processo estressante”, conta Enice Rosana Longhi, coordenadora de enfermagem do Hospital. “No pós-operatório, que é um momento difícil para qualquer criança, o robô tem um mecanismo de captação de som que permite que ele converse e tranquilize elas nos quartos individuais”.

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