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O Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência em otorrinolaringologia da América Latina, localizado em Curitiba (PR), acaba de anunciar Michelle Reffo como sua nova head de marketing.

Com uma sólida trajetória profissional, Michelle possui vasta experiência e uma visão inovadora que promete impulsionar as estratégias do hospital, que passa por um processo de reformulação em suas áreas de marketing e comunicação.

Premiada como Profissional de Marketing do Ano no Estado do Paraná, em 2018, Michelle acumula mais de 20 anos de experiência atuando como gestora nas áreas do marketing, publicidade, propaganda e relações públicas. Nos últimos anos, teve um papel de destaque no Grupo RIC, um dos maiores conglomerados de comunicação do Brasil, e, mais recentemente, ocupou o cargo de head de marketing e relacionamento na agência V3COM.

“Acredito no marketing como uma ferramenta essencial para conectar o hospital a todos os públicos de interesse. Estou animada para implementar estratégias que destaquem a qualidade e a humanização dos nossos serviços. Além disso, será uma grande honra atuar em uma instituição com o porte do IPO, que tem um papel extremamente relevante para o mercado da saúde nacional e internacional”, destaca Michelle.

De acordo com a especialista, sua expertise em gestão de marcas, desenvolvimento de campanhas e excelente relações interpessoais será fundamental para fortalecer a presença do Hospital IPO no mercado e aprimorar a experiência dos pacientes, corpo clínico e comunidade em geral. “O IPO está passando por uma grande reformulação em seus processos de marketing e comunicação. Vamos realinhar estratégias, montar equipes e traçar narrativas assertivas para que possamos retratar para a sociedade toda essa excelência que norteia o trabalho da instituição”, completa Michelle.

 

FONTE: GRANDES NOMES DA PROPAGANDA

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Coriza, coceira e espirros frequentes. Quem sofre com rinite alérgica sabe o quanto esses sintomas incomodam. No Brasil, de acordo com números oficiais da Organização Mundial de Saúde (OMS), o problema atinge 30% da população, enquanto o número global é ainda maior: 40% das pessoas ao redor do planeta sofrem com os seus efeitos. Apesar dos dados alarmantes, a rinite pode ser controlada por meio de uma simples vacina, em um processo conhecido como imunoterapia. Acontece que ela não é para todo mundo.

De acordo com o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, a imunoterapia é recomenda, mas os pacientes precisam ter um quadro clínico bem definido. “Um especialista deve avaliar se o tratamento é realmente a vacina, pois muitas vezes medidas como lavagem nasal funcionam em casos mais brandos. A vacina é recomendada para pacientes que sofrem com a rinite alérgica, rinoconjuntivite alérgica e também a asma alérgica”, destaca o especializa, explicando também que os principais alérgenos causadores da rinite são os ácaros (presentes na poeira doméstica), pólen, fungos (mofo) e epitélio de animais (cão e gato).

Segundo o otorrinolaringologista, a vacina da rinite é uma terapia que engloba injeções ou gotas sublinguais de alérgenos em doses crescentes.  “Geralmente, ela é aplicada em gotas, três vezes na semana, por um mínimo de seis meses. Observando melhora, o tratamento completo é estendido para um total de três anos e com um grande benefício de manter esta melhora após o tratamento por 10 anos”, explica. O tratamento pode ser realizado em adultos e crianças, com duração de três a cinco anos, podendo ter a imunidade prolongada por até 10 anos.

“A vacina minimiza os sintomas como espirros, coriza e coceira. É um alívio para o paciente, diminuindo também o uso de antialérgicos e corticoides. Ela consegue estagnar a evolução para crises de sinusite que muitas vezes precisam de antibiótico”, detalha Paulo Mendes Junior. “A vacina é recomendada para pessoas com alergia comprovada via testes clínicos, necessários antes da imunização, que possuem doenças imunológicas sob controle, que não estejam gestantes e sem alergia aos componentes da imunoterapia”, completa o especialista.

 

FONTE: PROGRAMA ORIENTA

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Especialista do maior hospital de otorrinolaringologia da América Latina, o IPO, explica os detalhes da blefaroplastia

Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o Brasil está em primeiro lugar em números de cirurgias nas pálpebras no mundo. Apenas em 2022, foram 177 mil procedimentos. Conhecida como blefaroplastia, a cirurgia é recomendada para todo tipo de pessoa, de acordo com as particularidades de cada caso.

“A blefaroplastia é recomendada para pessoas com excesso de pele nas pálpebras superiores, o que pode causar visão limitada e cansaço; indivíduos com bolsas de gordura nas pálpebras inferiores, o que causa uma aparência de cansaço ou envelhecimento; e também para aqueles com sinais de envelhecimento na área dos olhos, ocasionando rugas e flacidez”, explica o médico Guilherme Rocha Netto, especialista em rinologia e rinoplastia estética e funcional do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior do segmento na América Latina.

Não há uma idade específica para a cirurgia, mas geralmente é realizada em adultos a partir dos 30 anos. No entanto, alguns jovens podem se beneficiar do procedimento se tiverem características genéticas que causam problemas nas pálpebras. Normalmente, leva de uma a duas semanas para que o inchaço e os hematomas causados pela intervenção diminuam, já o retorno às atividades normais acontecem de sete a dez dias, embora a cicatrização completa e a aparência final levem mais de três meses para conclusão.

“Para ter a recomendação da cirurgia, um médico deve fazer a avaliação completa, incluindo histórico médico e exame físico. Pode ser necessário realizar exames de sangue ou testes visuais. É importante discutir com o paciente o que se espera da cirurgia e entender os possíveis resultados”, informa o especialista. O médico alerta que o profissional pode solicitar que o paciente evite de tomar alguns medicamentos ou suplementos que aumentam o risco de sangramento.
O pós-operatório inclui descanso, compressas frias para aliviar o inchaço e a dor, analgésicos ou antibióticos, evitar esfregar os olhos e exposição ao sol.  Com relação aos custos, podem variar dependendo da localização e da complexidade do caso.

 

FONTE: G7 PORTAL

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Especialista explica as principais doenças que atingem fumantes; crianças e fumantes passivos também são afetados pelo uso

Dados levantados pelo Vigitel (Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), apontam um fato animador: entre os anos de 2006, o número de fumantes diminuiu mais de 50% no Brasil. O fato, porém, também mascara uma triste realidade: o tabagismo ainda mata 443 pessoas por dia no Brasil, além de ser responsável, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), por 90% das mortes por câncer de pulmão.

“O espectro de riscos à saúde decorrentes do tabagismo é muito mais amplo e abrangente do que podemos imaginar. Além do comprometimento cardiovascular e respiratório pelo uso crônico, que podem levar a doenças como enfisema, infarto e AVC, temos também o aumento de condições como sinusites, otites, faringites e laringites”, comenta o médico Rodrigo Silveira de Miranda, otorrinolaringologista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

“Podemos citar ainda outras situações menos lembradas relacionadas ao cigarro, como alterações na anatomia das pregas vocais que levam a problemas com a voz, como disfonia ou falar mais grosso; além das questões psicológicas e sociais relacionadas ao vício”, destaca. Para o médico, ao decidir parar de fumar, o usuário deve, antes de tudo, buscar ajuda especializada ou de um grupo de ajuda que possa auxiliar nesta difícil jornada. “Lembre-se, você adquiriu um vício químico e psicológico, portanto muitas vezes pode precisar de alguém para conduzir e orientar sobre se livrar dele”, explica Miranda. “Paralelamente, é importante realizar uma avaliação multidisciplinar de saúde (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal e psicológica) afim de tratar os pontos que forem identificados como já comprometidos pelo cigarro”, complementa.

Vale sempre lembrar que não é apenas o fumante que acaba com a vida comprometida pelo vício, já que a fumaça do cigarro prejudica também as pessoas que estão ao redor. “O fumante passivo está muito mais suscetível a doenças respiratórias agudas que o ativo, que tem o corpo ‘condicionado’ à inalação da fumaça do cigarro. Crianças com pais tabagistas, mesmo que não fumem no mesmo ambiente em que estão os filhos, têm índices consideravelmente maiores de bronquite, otites e sinusites do que as de não fumantes”, explica o otorrinolaringologista.

“Filhos de pais fumantes, mesmo que não estimulados a fumar, estatisticamente desenvolvem o hábito do tabagismo na juventude e idade adulta com frequência muito maior que os que não convivem com o cigarro na infância”, adverte o médico. Outro grupo de risco, além de crianças e fumantes passivos em geral, são as grávidas. “Gestantes que fumam, ou são expostas passivamente ao cigarro, apresentam risco infinitamente maior de aborto, de terem filhos prematuros e com mal formações físicas ou mentais”, detalha Miranda.

Para completar, o especialista destaca que nunca é demais listar os inúmeros benefícios do abandono do vício em cigarros. “Sempre pensamos nos benefícios mais evidentes, como aumento da saúde respiratória, diminuição do risco cardiovascular e do risco de desenvolvimento de câncer. Casos de depressão, ansiedade, fissura e insônia também estão relacionados intimamente ao cigarro. Mas o abandono do vício vai muito além: melhora da disposição; resgate de um convívio social saudável, já que o cigarro é malcheiroso e desagrada a maioria das pessoas; e eliminação de um vício que só traz malefícios em troca do prazer momentâneo. Além de estar fora de moda, você já parou para pensar em quanto já gastou e ainda vai gastar com cigarros?”, completa.

 

FONTE: ABC REPÓRTER

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A chegada da primavera pode ser um fator complicador dos sintomas devido ao pólen

A rinite gestacional é definida como obstrução nasal inexistente antes da gestação, ocorrendo com maior frequência no segundo ou terceiro trimestre, com duração maior do que seis semanas, sem causa alérgica ou sinais de infecções de via aérea superior. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 30% da população brasileira tem algum tipo de alergia. A rinite alérgica é uma das doenças respiratórias mais comuns e atinge cerca de 1⁄4 dos brasileiros.

Segundo o médico Diego Pizzamglio, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, as gestantes precisam ficar atentas para distinguir a rinite de uma simples alergia. “A rinite é um conjunto de sintomas que podem ocorrer como coceira no nariz e olhos, espirros, coriza e nariz entupido. Ela pode ter várias origens, sendo a alergia uma delas”, destaca o especialista.

Pizzamglio detalha que a gestação é um estado em que devido ao aumento dos hormônios femininos, o ideal é consultar um otorrino para identificar e tratar os sintomas que mais incomodam sem interferir bom desenvolvimento do bebê. “Nem todos medicamentos são seguros na gestação, por isso é importante não se automedicar, principalmente não utilizar qualquer antiaalérgico ou antigripais”, diz.

Para completar, o especialista orienta cuidados importantes, que devem ser seguidos pelas gestantes, como usar soro fisiológico para lavar o nariz, ou mesmo em spray, para hidratar a mucosa. “Outro cuidado importante é manter a residência e local de trabalho sempre limpo e arejado, e também evitar animais no ambiente em que a grávida repousa”, completa Pizzamglio.

 

FONTE: JORNAL ITAQUERA EM NOTICIAS

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O pólen é mais comum nesta época do ano, sendo um dos principais causadores e complicadores de alergias

Setembro para muitos é o “mês da alergia” devido a alta incidência de pólen no ar, principalmente causado pela chegada da primavera no dia 22. As reações alérgicas comuns nesta época do ano podem, em grande parte, serem causadas pelo pólen das gramíneas, que entra em contato com as mucosas e causa o desconforto, como a rinite. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 30% da população brasileira tem algum tipo de alergia, sendo 20% crianças. As alergias mais comuns no Brasil são a alimentar, a dermatite atópica, a rinite e a asma.

“A alergia causa o nariz entupido, força o indivíduo a respirar mais pela boca, as dores de garganta aumentam, o que prejudica o sono e pode causar mais ronco e até crises de apneia, que é a parada respiratória durante o sono. Coriza também é comum, assim como coceira na mucosa do ouvido, nariz, garganta e até dos olhos”, conta o médico Paulo Mendes Júnior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

Pra detectar o tipo de alergia, são exigidos dois exames: de sangue e cutâneo. O de sangue sinaliza qual tipo de pólen ocasiona a alergia, assim como o teste cutâneo, realizado no antebraço e com resultado em meia hora, investiga a intensidade da reação no organismo e detecta outros causadores de alergia, como ácaros, fungos, alergias a animais – como cachorro e gato – assim como insetos e alimentos.

“O tratamento pode ser realizado com medicamentos  ou limpeza do ambiente. Conforme o quadro clínico, o médico pode indicar sprays de medicação nasal, entre outros medicamentos”, completa Paulo Mendes Júnior. Outro tratamento é a imunoterapia, conhecia como vacina de rinite e que não tem corticoide, indicada para pacientes acima de cinco anos, na qual os pacientes usam em casa para dormir três vezes por semana um remédio em gotas, antes de dormir por seis meses, no mínimo.  “Se seis meses funcionar, o paciente pode ficar tranquilo por até 10 anos”, finaliza.

 

FONTE: ATA NEWS

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Como melhorar o sono durante o tempo seco: dicas para noites mais tranquilas

Com a chegada do tempo seco, muitos brasileiros enfrentam noites mal dormidas, causadas pela baixa umidade do ar. Sensações como nariz entupido, garganta ressecada e o aumento de roncos acabam comprometendo a qualidade do descanso, provocando cansaço ao longo do dia.

No entanto, há diversas formas de amenizar esses efeitos e garantir um sono mais reparador, mesmo em condições climáticas adversas.

A seguir, discutiremos o impacto da baixa umidade no corpo e traremos dicas eficazes para manter o ambiente mais confortável durante a noite.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

O impacto da baixa umidade no sono

A umidade do ar é um fator essencial para a saúde respiratória e, consequentemente, para a qualidade do sono.

De acordo com especialistas, como Alexandre Ordonhes, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), a umidade do ar ideal para ambientes internos deve estar entre 30% e 50% durante a noite. Quando o nível de umidade cai abaixo dessa faixa, os problemas respiratórios começam a surgir.

Em climas secos, as vias nasais ficam mais suscetíveis a ficarem congestionadas, prejudicando a respiração e levando à fragmentação do sono.

“A respiração superficial gerada pela obstrução nasal impede que o corpo atinja o sono profundo, resultando em despertares frequentes”, explica Ordonhes. Essa condição é agravada em pessoas que já possuem doenças respiratórias, como asma e bronquite, tornando o ambiente seco ainda mais prejudicial.

Outro ponto relevante é o mecanismo de defesa do corpo: ao tentar respirar melhor durante a noite, o organismo abre a boca para facilitar a entrada de ar, o que favorece o ronco e a apneia do sono — um distúrbio caracterizado pela interrupção momentânea da respiração durante o sono.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

O papel do ronco e da apneia no tempo seco

Além de ser um incômodo para quem divide a cama ou o quarto, o ronco pode se tornar um agravante em ambientes secos. Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), destaca que o ronco, provocado pelo ressecamento das vias aéreas, contribui para mais despertares durante a noite. Na tentativa de mudar de posição ou reduzir o ruído, as pessoas acabam prejudicando o ciclo do sono, tornando-o ainda mais fragmentado.

A boca aberta, típica de quem ronca, também resseca a garganta, provocando tosse e até obrigando o indivíduo a se levantar para tomar água, o que quebra ainda mais a continuidade do sono. A apneia do sono, em casos extremos, pode ter consequências graves, como a falta de oxigenação dos pulmões, causando mal-estar e fadiga no dia seguinte.

O Site Cultura Alternativa, já escreveu sobre:

Como melhorar o sono durante o tempo seco

Dicas práticas para driblar o tempo seco e dormir melhor

Felizmente, existem medidas simples e eficazes para melhorar a qualidade do sono durante períodos de baixa umidade do ar. Algumas dessas soluções podem ser aplicadas com itens que você provavelmente já tem em casa, enquanto outras envolvem o uso de aparelhos específicos.

Manter a hidratação à noite

Antes de dormir, mantenha um copo d’água ao lado da cama. Isso evita que, caso acorde com sede ou com a garganta ressecada, você precise levantar-se e interromper o descanso. Beber água ao longo do dia também contribui para a manutenção da hidratação corporal, essencial para o bom funcionamento das vias respiratórias.

Bacia de água e toalha molhada

Um truque simples, mas eficiente, é colocar um balde de água no quarto com uma toalha molhada dentro. A evaporação da água aumenta a umidade do ambiente, aliviando sintomas como o nariz entupido e a garganta ressecada. É uma alternativa econômica para quem não possui umidificador em casa.

Umidificador de ar

Para quem prefere soluções tecnológicas, o uso de umidificadores de ar é uma excelente opção. Esses aparelhos regulam a umidade do ambiente e garantem o conforto respiratório necessário para uma boa noite de sono. Contudo, é importante verificar se o umidificador possui regulador de tempo para evitar que o ambiente fique úmido demais, o que pode trazer outros problemas.

Uso adequado do ar-condicionado

Durante as noites mais quentes, o uso do ar-condicionado é comum, mas ele pode deixar o ar ainda mais seco. Para minimizar esse efeito, especialistas recomendam que a temperatura do quarto fique entre 21°C e 23°C, faixa considerada ideal para o sono. Para equilibrar a  umidade, também vale a pena utilizar um balde com água no ambiente ou investir em um umidificador.

Soro fisiológico

Lavar as narinas com soro fisiológico antes de deitar ajuda a evitar o desconforto causado pelo nariz entupido. Existe também uma versão em gel, que oferece maior duração e pode ser encontrada em farmácias. Esse cuidado simples pode fazer uma grande diferença na qualidade do sono.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

A importância de cuidar do sono

Garantir uma boa noite de sono vai além do simples descanso: ele é fundamental para a saúde física e mental. O sono de má qualidade pode afetar o desempenho no trabalho, a disposição para as atividades cotidianas e, a longo prazo, contribuir para o surgimento de doenças. Por isso, é crucial adotar medidas que melhorem o ambiente do sono, principalmente em épocas de clima seco, como no inverno ou em regiões áridas.

A baixa umidade do ar é uma condição que, infelizmente, muitas pessoas subestimam. Porém, ao entender seus impactos e ao aplicar as dicas simples mencionadas, você pode transformar a sua noite e, com isso, garantir mais saúde e bem-estar.

Por fim,

O tempo seco pode ser um inimigo do sono, mas há várias formas de amenizar os efeitos da baixa umidade do ar.

Desde pequenos ajustes no ambiente, como a colocação de baldes com água e toalhas molhadas, até o uso de umidificadores e hidratação constante, é possível criar um ambiente propício para um descanso restaurador.

Manter as vias respiratórias desobstruídas, evitar o ronco e cuidar da hidratação são passos importantes para atravessar as noites secas sem grandes incômodos. Ao seguir essas recomendações, você estará no caminho certo para noites de sono mais tranquilas e reparadoras, independentemente do clima.

 

FONTE: CULTURA ALTERNATIVA

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Os níveis extremamente baixos de umidade do ar têm desafiado o descanso dos brasileiros. Assim como dormir em quartos demasiadamente úmidos, repousar em ambientes muito secos dificulta a manutenção de um sono longo e reparador.

Segundo Alexandre Ordones, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), embora durante o dia a umidade relativa do ar deva estar em pelo menos 70%, durante a noite esse percentual cai.

Para dormir, uma umidade entre 30% e 50% já é suficiente para o sono restaurador. Abaixo disso, surgem os desafios, a começar pelo nariz entupido.

“Quando as vias nasais estão congestionadas, ocorre uma espécie de respiração superficial, que atrapalha chegarmos ao sono profundo”, explica Ordones. Esse fator é ainda mais importante em pessoas que já têm problemas respiratórios como asma e bronquite.

Esse estágio também é chamado de sono restaurador, por ser o período ideal para sintetizar diversos hormônios e garantir uma recuperação do cérebro após o cansaço do dia. Caso esse nível não seja alcançado, a pessoa tende a despertar várias vezes durante a noite e, provavelmente, irá acordar com a sensação de cansaço.

Outra questão relacionada ao nariz entupido é que, para respirar melhor à noite, o mecanismo de defesa do corpo é abrir a boca para facilitar a entrada de ar. Esse processo provoca o ronco e pode gerar um quadro de apneia, por falta de oxigenação dos pulmões, que em casos extremos pode ser fatal.

Além disso, o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), lembra que o ronco pode incomodar o parceiro e levar a mais despertares durante a noite — em tentativas de mudar de posição para reduzir o barulho, por exemplo.

Soma-se ainda o fato de a boca aberta ressecar a garganta, podendo provocar a tosse, outro fator de quebra do sono. “O paciente pode ainda acordar para buscar um copo d’água na cozinha, que faz com que ele levante e ande”, acrescenta.

Copo com água
Para evitar essa ida à cozinha, os especialistas recomendam deixar um copo com água do lado da cama.

Balde com água e toalha molhada
Outra dica é manter um balde com água ou uma toalha molhada no quarto. A evaporação da água aumenta a umidade no ambiente, facilitando a respiração. “Tenho um paciente que decidiu instalar um aquário no quarto e melhorou muito a vida dele”, diz Ordones.

Umidificador
Investir em um umidificador de ambiente também é uma medida que ajuda a aliviar o desconforto pelo tempo seco, mas cuidado: é necessário verificar se ele tem um regulador. Essa ferramenta é responsável por desligar o equipamento em determinados intervalos de tempo, evitando que permaneça funcionando a noite toda.

Caso o umidificador não tenha essa função, é melhor desligá-lo enquanto estiver dormindo e, durante o funcionamento, mantê-lo longe da cama e das paredes, evitando o acúmulo de água nesses locais. Primeiro, para que o ambiente não fique úmido demais (o que também prejudica o sono) e, em segundo lugar, porque a umidade favorece o surgimento de mofo e ácaros prejudiciais à saúde, especialmente para quem tem alergia.

As fragrâncias que costumam ser utilizadas com o equipamento também merecem atenção, já que podem conter componentes alergênicos na sua fórmula.

Ar condicionado
O ar condicionado deixa o ar mais seco, mas essa não é a maior preocupação com o equipamento. Segundo Ordones, o problema no uso do ar condicionado está na velocidade do vento, que deve ser apenas a necessária para esfriar o quarto. Quanto mais forte o vento, mais o nariz irá ressecar.

O lado bom desse equipamento é que, com ele, é possível ajustar a temperatura entre 21 °C e 23 °C, melhor faixa para dormir. “Esse é o clima ideal para o cérebro sintetizar a melatonina (hormônio do sono) e fazer com que se durma mais profundamente”, ensina.

A dica dos especialistas é utilizar o aparelho somado à técnica do balde com água. “Também não é interessante umidificar demais esse ar, pois podem aparecer fungos no próprio filtro do ar condicionado, sendo espalhados pelo vento”, adiciona Mendes Júnior.

Quarto das crianças
Curiosamente, a temperatura ideal para a liberação do hormônio do sono nas crianças é um pouco mais alta, em torno de 25 °C. Fora esse ajuste, as dicas são as mesmas: utilizar copo com água, toalha molhada (longe do berço ou cama) ou umidificador (também afastado da cabeceira e das paredes).

Soro fisiológico
O soro fisiológico é um aliado nos dias mais secos, seja em inalações ou na lavagem do nariz. A lavagem deve ser feita com pouca pressão, para não causar microtraumas nos vasos internos do nariz, e com a cabeça levemente inclinada, impossibilitando que o líquido vá para os ouvidos. Veja aqui como realizar a lavagem nasal.

Mendes Júnior indica ainda o soro fisiológico em gel, encontrado em farmácias. “Ele vai grudar no seu nariz, então vai durar mais tempo e garantir essa umidade à noite”.

FONTE: TERRA

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Especialista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, explica os sintomas de cada doença

Duas doenças causadas por vírus e bactérias estão entre as causas mais comuns de queixas dos brasileiros e trazem confusão devido a similaridade dos sintomas. Enquanto a amigdalite atinge cerca de 10 milhões de pessoas ao ano apenas no Brasil, a faringite alcança cerca de 15% dos adultos e 30% das crianças.

O que torna as doenças parecidas é o local da inflamação, visto que ambas atingem a garganta. “As duas doenças podem ser ocasionadas tanto por vírus quanto por bactérias. Ambas têm tratamento com antibióticos, se forem causadas por bactéria, ou anti-inflamatórios e analgésicos. E para serem diferenciadas precisam de uma avaliação com um otorrinolaringologista”, explica o médico otorrinolaringologista Diego Pizzamiglio, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

De acordo com o especialista, a amigdalite geralmente causa mais febre, enquanto a faringite mais dor ao engolir. A amigdalite também traz mais mal-estar, inclusive com possibilidade de dor de barriga, ânsia de vômito e dores no corpo. Já a faringite apresenta quadro de tosse, com dores na nuca e ouvido, além de incômodo na garganta e ao engolir.

“Na faringite também é mais comum a rouquidão, o que é pouco comum na amigdalite. Porém, a amigdalite tem pus visível e mau hálito”, completa Pizzamiglio. Na dúvida, ou em caso de qualquer sintoma, o especialista recomenda sempre procurar por um médico de confiança.

FONTE: BUSÃO CURITIBA