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Assessoria – Lançado nesta terça-feira (30), um podcast desvenda a trajetória de Waltel Branco, um dos mais enigmáticos e plurais maestros da música brasileira. Em formato storytelling, a série de cinco episódios aborda as principais fases da vida e obra do músico, que transitou da bossa nova ao jazz fusion e que trabalhou com nomes que vão de João Gilberto a Tim Maia. O trabalho é assinado pelo jornalista Felippe Aníbal, com direção de Teo Souto Maior, editor da Banquinho Publicações. Acesse pelo Spotify

A série é um desdobramento do projeto “Waltel Branco – O maestro oculto”, que incluiu um livro biográfico, lançado em novembro do ano passado. Além de se valer da pesquisa e apuração do livro, o podcast inclui entrevistas gravadas por Aníbal com fontes diversas, incluindo músicos do naipe de Marcos Valle, Roberto Menescal, João Donato, Odair José e Tito Madi. O material também utiliza trechos de músicas para ilustrar os diferentes movimentos musicais em que Branco esteve inserido. A partir desta terça-feira, será publicado um episódio por dia, nas plataformas.

“Com a conclusão do processo de apuração do livro, percebemos que tínhamos entrevistas saborosíssimas e reveladoras. Pensamos que a melhor forma de disponibilizar esse material ao público seria por meio de um podcast que contasse não só a trajetória do Waltel, mas que também falasse sobre a evolução da música”, diz Aníbal. “As entrevistas em áudio têm a entonação, o jeito de a pessoa contar… A história fica com um molho diferente. Vale a pena ouvir”, acrescenta.

O podcast sintetiza a trajetória de Branco em cinco pilares: a infância e a formação como músico; a participação do músico na bossa nova e no mítico Beco das Garrafas; a contribuição decisiva do maestro para a consolidação de uma linguagem musical aplicada às telenovelas, na Rede Globo; a pluralidade de Branco como maestro em gravações de estilos diversos; e o retorno a Curitiba, após ter se consagrado mundo afora.

Editor do livro e diretor do podcast, Souto Maior observa que os produtos não são concorrentes, mas complementares. “Quem leu o livro vai se interessar pelo podcast, por ter a possibilidade de ouvir as músicas, de ouvir as entrevistas. E quem ouvir o podcast certamente vai querer ler o livro, que é muito mais profundo, que contempla muitas outras histórias e outras fases. O podcast acaba servindo como uma degustação saborosa de o que o público vai encontrar no livro”, aponta Souto Maior.

A série estará disponível gratuitamente nos principais tocadores, como Spotify, Apple Podcasts e Amazon Music. O projeto “Waltel Branco – O maestro oculto” foi realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura da prefeitura de Curitiba e da Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do Hospital IPO, Centro de Diagnóstico Água Verde e Instituto de Oncologia do Paraná. O podcast tem edição de áudio e trabalhos técnicos de Luís Rolim e arte gráfica de Livia Shimamura.

FONTE: Mural do Paraná.

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De janeiro a agosto de 2023, o Brasil registrou quase meio milhão de pacientes hospitalizados por causa de pneumonia, em um gasto total de mais de R$ 378 milhões com serviços hospitalares, segundo o DataSUS.

A pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos como vírus, bactéria ou fungo ou pela inalação de produtos irritantes. Pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções, transfusão de sangue ou, no caso do inverno, ajudado pelas mudanças bruscas de temperatura. Toda infecção de vias áreas superiores, como gripe ou resfriado, pode ajudar a desenvolver uma pneumonia.

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírus da influenza, com grande potencial de transmissão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a maior responsável pelas mortes de crianças menores de 5 anos, com mais de 1 milhão em todo o mundo. Os sintomas mais comuns são tosse com secreção, febre alta de até 40°C, calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio do histórico do paciente, do exame clínico e de Raio-X do tórax.

“Gripes não curadas, ou tratadas de forma inadequadas, podem ajudar a desenvolver uma pneumonia. É inclusive uma das principais causas facilitadoras da doença”, informa o otorrinolaringologista Sérgio Maniglia, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina. “As complicações oriundas da gripe podem evoluir principalmente em indivíduos com doenças crônicas, idosos e crianças menores de dois anos, o que acarreta elevados níveis de morbimortalidade”, complementa o especialista.

Nos casos de gripe, ao apresentar os primeiros sintomas – como tosse, coriza, febre – é aconselhado não sair de casa em período de transmissão da doença, cerca de sete dias, com afastamento temporário do contato com outras pessoas até 24 horas após o término da febre. “A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a gripe e suas complicações, principalmente mortes. O vírus da gripe muda muito e por isso a vacinação anual é necessária e a principal medida em conjunto com higiene geral”, finaliza o médico.

FONTE: Bem Paraná.

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A resistência bacteriana é considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma ameaça global, principalmente na América Latina. A estimativa é que até 2050 ela esteja associada a mais de 10 milhões de mortes em todo o mundo. Segundo a OMS, cerca de 700 mil pessoas morrem por ano devido ao uso indiscriminado de medicamentos sem recomendação médica.

Para o otorrinolaringologista Marco César Jorge dos Santos, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, a pandemia da Covid-19 intensificou os casos de resistência bacteriana por causa dos atendimentos a pacientes graves em UTI e agora está caminhando para níveis alarmantes. “O corpo vai criando resistência aos remédios porque a bactéria cria mecanismos de defesa, fazendo o medicamento não funcionar. O paciente que usa antibióticos de maneira indiscriminada, achando que antibiótico cura tudo, está na verdade desenvolvendo um estado de saúde com resistência a vários antibióticos”, conta o médico.

As principais enfermidades tratadas de maneira equivocada com antibióticos são as gripes e resfriados, que em um processo natural da doença tem um ciclo que pode durar até sete dias. “Processos virais como gripes e resfriados são as principais doenças em que os antibióticos não funcionam para a cura, justamente porque estas doenças são virais e não bacterianas”, explica o especialista. O tratamento de gripes e resfriados deve ser focado em hidratação, lavagem nasal e sintomáticos, como o paracetamol, que ajudarão o processo natural de reestabelecimento da saúde do organismo.

O uso de antibiótico de repetição desenvolvendo resistência bacteriana no organismo do paciente é uma das principais causas de morte em pacientes na UTI por infecções hospitalares. “Vale ainda lembrar de outra medicação de uso muito comum pelos pacientes sem orientação médica, que são os corticóides, pode ser a causa de doenças como glaucoma, tromboembolismo, diabetes, hipertensão e osteoporose. Fica então a mensagem que antibióticos e corticóides só podem ser utilizados pelos pacientes com orientação do seu médico”, completa Marco César Santos.

FONTE: Saúde Debate.

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