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O QUE ACONTECEU?

Umidade relativa do ar está entre 30% e 20% em Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e partes do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Rondônia. O recomendado é que a umidade fique entre 50% e 60%, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Alerta é de grande perigo para 427 municípios de São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Há risco de incêndios florestais e à saúde (doenças pulmonares, dores de cabeça, etc), informou o Inmet. Alerta vale até as 17 horas de hoje.

Em uma faixa maior, que se estende do Paraná até o Piauí e Maranhão, há alerta de perigo potencial até amanhã às 19 horas. Neste caso, o risco à saúde é baixo, mas o Inmet recomenda a ingestão de líquidos e que as pessoas evitem a exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

O que acontece com o corpo quando o ar está seco?

Quando o tempo está muito seco, o ar que entra no corpo acaba ressecando todas as mucosas por onde passa. Ou seja, ele rouba a umidade do nariz, da boca, da garganta e até dos tecidos que revestem os brônquios no pulmão, explicou o pneumologista João Marcos Salge, do Grupo Fleury.

Essa situação é preocupante sobretudo entre pessoas que já convivem com doenças respiratórias, como asma, rinite ou bronquite. Tosse e sangramento nasal estão entre as possíveis repercussões para esses grupos. É difícil falar em uma relação causal, isto é, que o tempo seco irá causar essas doenças, mas certamente é um gatilho para reações mais exacerbadas, esclarece o especialista.

Mesmo que não ocorra uma doença grave, o próprio desconforto de estar com tosse, a boca seca, a garganta ‘arranhando’ e o nariz sangrando já vale como alerta para tomar cuidados. – Pneumologista João Marcos Salge.

Prevenção

Para evitar todos esses desconfortos, a dica mais importante é beber bastante água. Esse é o jeito mais fácil de as mucosas voltarem a ficar hidratadas após a transferência de umidade para o ar seco que entra no corpo.

Usar soro fisiológico também é uma ótima pedida. A lavagem com o soro vai ajudar a umidificar a região nasal, explica o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO). Ainda de acordo com o médico, fazer inalação com o líquido beneficia a garganta e o pulmão.

O umidificador é uma alternativa à inalação, mas deve ser usado com restrições. O médico lembra que manter o aparelho ligado o tempo todo em um deve observar atentamente a fórmula dessas soluções, pois elas podem conter compostos alergênicos e piorar o desconforto. Outra sugestão rápida e fácil, lembram os especialistas, é colocar um balde com água ou uma toalha molhada no quarto, deixando-a evaporar pelo ambiente.

FONTE: UOL.

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Na última segunda-feira, 19, a Defesa Civil de São Paulo decretou estado de alerta para a capital paulista por conta do tempo seco. As previsões são de que, nos próximos dias, a cidade continue registrando baixa umidade do ar, com valores próximos ou até abaixo dos 30%. Esse valor é considerado “crítico”, aponta o pneumologista João Marcos Salge, do Grupo Fleury.

O médico explica que, ao chegar aos alvéolos pulmonares, a umidade do ar deve ser de 100%. Então, quando o tempo está muito seco, o ar que entra no corpo acaba ressecando todas as mucosas por onde passa – justamente para alcançar as condições adequadas. Ou seja, ele rouba a umidade do nariz, da boca, da garganta e até dos tecidos que revestem os brônquios no pulmão.

Essa situação é preocupante sobretudo entre pessoas que já convivem com doenças respiratórias, como asma, rinite ou bronquite. Tosse e sangramento nasal estão entre as possíveis repercussões para esses grupos. “É difícil falar em uma relação causal, isto é, que o tempo seco irá causar essas doenças, mas certamente é um gatilho para reações mais exacerbadas”, esclarece o especialista.

O ideal seria que a umidade do ar se mantivesse em cerca de 70%, segundo Otávio Piltcher, especialista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR). “Quando a gente é submetido a um clima muito seco, a mucosa respiratória tem que conseguir funcionar plenamente. E nem todas as pessoas são capazes de fazer isso”, resume ele.

“Mesmo que não ocorra uma doença grave, o próprio desconforto de estar com tosse, a boca seca, a garganta ‘arranhando’ e o nariz sangrando já vale como alerta para tomar cuidados”, defende Salge.

Prevenção

Para evitar todos esses desconfortos, a dica mais importante é beber bastante água. Esse é o jeito mais fácil de as mucosas voltarem a ficar hidratadas após a transferência de umidade para o ar seco que entra no corpo.

Usar soro fisiológico também é uma ótima pedida. “A lavagem com o soro vai ajudar a umidificar a região nasal”, explica o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO). Ainda de acordo com o médico, fazer inalação com o líquido beneficia a garganta e o pulmão.

O umidificador é uma alternativa à inalação, mas deve ser usado com restrições. O médico lembra que manter o aparelho ligado o tempo todo em um ambiente pode umidificar demais paredes e estofados, por exemplo, facilitando o surgimento de mofo e ácaros.

Salge acrescenta ainda que quem coloca líquidos com fragrâncias no umidificador deve observar atentamente a fórmula dessas soluções, pois elas podem conter compostos alergênicos e piorar o desconforto.

Outra sugestão rápida e fácil, lembram os especialistas, é colocar um balde com água ou uma toalha molhada no quarto, deixando-a evaporar pelo ambiente.

FONTE: ISTOÉ.

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Segundo um levantamento recente do Google, de 2023, ‘sinusite’ é uma das palavras mais buscadas na rede mundial de computadores, ocupando a sexta colocação na categoria ‘saúde’. Mas afinal, por que os brasileiros tem tanto interesse sobre a sinusite?

A sinusite crônica afeta aproximadamente 15% da população brasileira, sendo que crianças de até sete anos podem ter cerca de 10 crises ao ano. De acordo com o médico otorrinolaringologista Cássio Iwamoto, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, entender qual tipo da sinusite afeta o paciente é fundamental para o diagnóstico e tratamento correto.

“Sinusite, ou Rinossinusite, é uma condição em que existe inflamação do nariz e dos seios da face. Quando a inflamação é restrita apenas ao nariz, chamamos de rinite. Os principais sintomas da rinossinusite são obstrução nasal ou congestão nasal, dor facial ou na cabeça, secreção espessada e/ou amarelada, alteração de olfato, tosse, dor de garganta e eventualmente febre”, explica o médico.

As sinusites são classificadas como agudas ou crônicas com base no tempo de duração dos sintomas apresentados pelo paciente. “Quando os sintomas persistem por menos de três meses, chamamos de sinusite aguda. Já acima desse período, é considerada sinusite crônica”, explica.

A maioria dos casos de sinusite aguda é causada por viroses que afetam o nariz e a garganta, como resfriados, gripes e COVID-19. “Geralmente é aquela gripe mal curada, que persiste por mais de 10 dias”, diz. No entanto, a sinusite aguda pode se manifestar também com dor intensa e febre, durando mais de cinco dias. O diagnóstico é feito com base nos sintomas nasais, na duração dos sintomas e na endoscopia nasal.

“A sinusite aguda frequentemente está associada a uma infecção bacteriana. Por isso, geralmente antibióticos prescritos funcionam. Outras medicações, como corticoides nasais ou orais, analgésicos, lavagem nasal e, eventualmente, antialérgicos também fazem parte do tratamento. Raramente a cirurgia se faz necessária”, diz o especialista.

Já na sinusite crônica, os sintomas persistem por mais de três meses, quase continuamente, com poucos períodos de alívio. A endoscopia nasal geralmente revela inchaço na região de drenagem dos seios da face, secreção e presença de pólipos nasais.

“O tratamento da sinusite crônica começa com o uso de antibióticos, corticoides nasais e lavagem nasal. No entanto, uma grande parte dos pacientes não responde de forma satisfatória a essas intervenções. Nesses casos, a cirurgia é oferecida como uma opção, visando a cura ou um controle mais eficaz da condição. Para casos em que a cura completa não é alcançada, recomendamos a continuidade do tratamento com lavagem nasal, corticoides e antibióticos”, completa o Dr. Iwamoto.

FONTE: JORNAL ITAQUERA EM NOTICIAS.

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O Paraná está com alerta de perigo potencial para baixa umidade amanhã (sábado, 17). Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20% das 11h (onze da manhã) às 19h (sete da noite), por boa parte do estado. Pelo menos até quinta-feira (22) que vem, o tempo permanece quente e seco. Além disso, neste sábado (17), as temperaturas voltaram a subir e a onda de calor está em nível amarelo em todo o estado.  De acordo com o meteorologista da Climatempo, Guilherme Borges, o Paraná sofreu nesta semana com uma troca brusca de temperaturas. Apesar de comum no inverno paranaense, a condição do ar sofre também com as queimadas no centro-oeste e norte do Brasil, como explica o meteorologista.

Apesar de comum no inverno paranaense, a condição do ar sofre também com as queimadas no centro-oeste e norte do Brasil, como explica o meteorologista.

O calor somado à baixa umidade do ar podem contribuir com infecções no trato respiratório, como sinusites e otites, segundo o médico do Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, Paulo Mendes Junior.

Para cuidar da saúde, a recomendação do otorrinolaringologista é tomar bastante água e, quando necessário, fazer inalação.

No domingo (18), a onda de calor e ar seco continua, com temperaturas que podem atingir os 30ºC. Em Curitiba, a previsão é de máxima de 28ºC e mínima de 17ºC.

FONTE: Rádio Band News.

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Estudos nacionais e internacionais mostram que 60% dos seres humanos terão sangramento nasal pelo menos uma vez na vida. As maiores frequências são registradas em crianças com menos de 10 anos e em adultos com mais de 35.  No geral, os sangramentos nasais acontecem na parte da frente do septo, a qual separa as narinas. Somente 10% ocorrem na parte de trás do septo ou nas paredes internas do nariz.

 

Em crianças, os sangramentos são geralmente causados por traumas, enquanto em adultos, o uso de medicamentos como descongestionantes, antialérgicos e corticoides são o motivo em 20% dos casos. Outras causas comuns são mudança de clima – muito seco – alergias, desvio de septo, ar-condicionado, infecções virais ou bacterianas e até mesmo o hábito excessivo de cutucar a parte interna do nariz.  Doenças que afetam a coagulação do sangue também estão entre os desencadeadores.

 

Para o médico otorrinolaringologista Denilson Szkudlarek, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, os jovens possuem uma característica que facilita os sangramentos. “Nos mais jovens existe uma região no septo anterior na qual há várias ligações entre artérias e veias que estabelecem uma comunicação entre si. Esses pequenos vasos podem romper, principalmente em épocas do ano de clima frio e seco, em pessoas que têm rinite ou alguma outra alteração no nariz, como desvio de septo. Estes vasinhos podem ocasionar o sangramento”, afirma o especialista. O médico alerta que este tipo de sangramento costuma ser repetitivo, sem muita gravidade, de pequeno volume e fácil de controlar apenas com compressão.

 

Segundo o médico, o sangramento nasal ganha na literatura médica o nome de epistaxe quando é na mucosa do nariz. Já rinorragia é o sangramento que se exterioriza pelo nariz. “Se a pessoa tem uma hemorragia e o sangue também saiu pelo nariz, isso é rinorragia”, explica. A maioria dos sangramentos nasais não precisam de tratamento médico, somente a compressão com firmeza entre asas nasais contra essa parte mais elástica do septo auxilia, usando o polegar e o indicador em forma de pinça durante 15 minutos, com a cabeça inclinada para frente. “Em pessoas que o sangramento perdura, é preciso procurar atendimento especializado”, completa o especialista.

FONTE: Portal G7.

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