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Cerimônia realizada no Clube Curitibano consagrou nomes e iniciativas que se destacam no setor da saúde
Na noite desta terça-feira (16), o Clube Curitibano foi palco da 2ª edição do Prêmio Mais Saúde TOPVIEW. Durante a cerimônia, foram anunciados os grandes vencedores da premiação, que reconhece profissionais, instituições e iniciativas de destaque no setor da saúde. A celebração marcou mais um capítulo de valorização e incentivo às práticas que impactam positivamente a vida de milhares de pessoas.

Conheça os grandes vencedores!

Espaço Fitness Academia – Be Happy
Faculdade Particular de Medicina – Faculdades Pequeno Príncipe
Centro Médico – Eco Medical Center
Farmácia de Manipulação – Dermo Ervas Farmácias de Manipulação
Home Care – Geração de Saúde
Hospital Privado – Hospital São Marcelino Champagnat
Hospital Público – Hospital Universitário Cajuru
Laboratório de Análises Clínicas – Lanac
Plano de Saúde – UNIMED Curitiba
Rede de Farmácia – Farmácias Nissei
Maternidade – Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças
Soluções em Aparelho Auditivo – Audiotec Aparelhos Auditivos
Casa de Repouso – Elissa Village
Alergia e Imunologia – Clínica Kamoi e Milani
Angiologia – Instituto de Angiologia e Cirurgia Vascular de Curitiba
Aparelho Digestivo – Hospital Sugisawa
Cardiologia – Hospital Cardiológico Constantini
Cardiovascular – Fisicor Centro Vascular
Cirurgia Plástica – Lipoplastic
Cirurgia Geral – Santa Casa de Curitiba
Dermatologia – Cepelle Dermatologia
Emagrecimento e/ou Spa – Gaya Bem-Estar
Estética – Onodera Curitiba
Fisioterapia – Clínica Redes
Fonoaudiologia – Fonolife
Ginecologia – Clínica Femme Santé
Medicina Esportiva – Medicina Esportiva e Nutrologia Esportiva Avançadas Dr. Marco Pinheiro
Medicina Nuclear – Quanta Diagnóstico por Imagem
Nefrologia – Nefrokids
Neurologia – Clínica Neurodoc
Nutrição – Curitiba Nutrição
Nutrologia – Nutrocare
Oftalmologia – Hospital de Olhos do Paraná
Ortopedia – Clínica Artro
Oncologia – Hospital Erasto Gaertner
Otorrinolaringologia – Hospital IPO
Pediatria – Hospital Pequeno Príncipe
Pneumologia – Cirurgicare
Radiologia e Diagnóstico por Imagem – DAPI – Diagnóstico Avançado por Imagem
Reumatologia – Clínica Loyola e Avellar
Urologia – Urocentro Curitiba
Vacinação – Vaccine
Clínica Odontológica de Implantodontia – Instituto Zétola Odontologia
Odontopediatria – Lamvie
Clínica de Ortodontia – Instituto Mass Odontologia
Clínica Odontológica de Estética – Murano Odontologia de Referência
Radiologia Odontológica – DOC Centter

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Referência na América Latina em otorrinolaringologia, o Hospital IPO está entre os indicados ao Prêmio Mais Saúde TopView 2025, que reconhece os principais nomes e instituições da área da saúde em Curitiba. A premiação está com votação aberta até o dia 18 de agosto e reforça a excelência no cuidado médico prestado por profissionais e hospitais da capital paranaense.
Com mais de 30 anos de história, o Hospital IPO consolidou-se como um dos principais centros especializados em otorrinolaringologia do Brasil. Fundado em 1992 por professores da Universidade Federal do Paraná, o hospital conta hoje com atendimento especializado 24 horas e uma equipe de mais de 150 médicos especialistas, além de cerca de 264 colaboradores nas áreas assistencial, administrativa e de apoio.
Estrutura completa
Outro diferencial que coloca o hospital entre os melhores da capital é a oferta de atendimento em diversas frentes da saúde, por meio de seus Centros de Especialidades. Além da otorrinolaringologia, o IPO reúne estruturas voltadas para áreas como audição e equilíbrio, rinite e alergias, cirurgia da face, sono, entre outras. O objetivo é facilitar o diagnóstico e o tratamento em um só lugar, com equipes integradas e foco no bem-estar do paciente.
A atuação do hospital vai além do atendimento de excelência, sendo referência também em ensino e pesquisa científica, mantendo parcerias estratégicas com universidades, centros de diagnóstico e entidades médicas. Essa trajetória de inovação e cuidado integral à saúde reforça o protagonismo do hospital no cenário curitibano e nacional.

 

Matéria postada em 13 de agosto no Tech News Paraná

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Confira a entrevista do Dr. Herton Coifman, médico do Hospital IPO na TV Evangelizar, sobre a saúde dos idosos.

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Publicado 20 de julho de 2025.

O que é rinite e por que ela incomoda tanto?

A rinite é uma inflamação da mucosa nasal que pode ter origem alérgica ou não alérgica. Os sintomas mais comuns incluem espirros frequentes, coriza (nariz escorrendo), coceira no nariz, garganta ou olhos e nariz entupido. Muitas pessoas ignoram os sintomas por anos, tratando apenas com antialérgicos e sprays descongestionantes. Mas isso não trata a causa — e é exatamente um dos 7 erros mais comuns que você pode conhecer no meu vídeo.

😷 Quais são os sintomas mais comuns da rinite?

Espirros em sequência (principalmente ao acordar);

Coceira intensa no nariz, garganta ou olhos;

Coriza aquosa (nariz escorrendo como “água”);

Nariz entupido;

Diminuição do olfato;

Tosse seca ou pigarro (gotejamento pós-nasal);

Fadiga e sonolência.

Importante: quem tem rinite alérgica não apresenta febre nem secreção espessa — esses sintomas sugerem sinusite.

🧪 Quais exames podem confirmar se eu tenho rinite alérgica?

Prick Test (teste alérgico de puntura): exame feito na pele, com resultado rápido e muito preciso. Detecta alergias a ácaros, fungos, pólens, animais e outros alérgenos.

Dosagem de IgE específica: exame de sangue que mostra a reação imunológica a alérgenos específicos.

Nasofibroscopia: exame feito com microcâmera para avaliar a anatomia nasal e o grau de inflamação da mucosa.

Esses exames são fundamentais para direcionar o tratamento correto. Muitas pessoas apenas tratam os sintomas, sem descobrir a causa, e por isso a rinite não melhora.

😱 Quais as complicações de não tratar a rinite corretamente?

Sinusite crônica: a inflamação constante pode bloquear os seios da face;

Piora da asma: em pessoas com tendência à bronquite asmática;

Roncos e apneia do sono: por obstrução nasal persistente;

Comprometimento escolar ou profissional: devido à sonolência, cansaço e dificuldade de concentração;

Depressão e isolamento social: devido à constante sensação de mal-estar, nariz escorrendo ou coceiras.

Essas consequências mostram que a rinite não é algo leve: precisa de diagnóstico correto e tratamento completo.

🤒 Qual a diferença entre rinite e sinusite?

Essa é uma dúvida muito comum entre pacientes: afinal, como saber se estou com rinite ou sinusite? Embora os sintomas possam parecer parecidos à primeira vista, como nariz entupido, coriza e dor de cabeça, essas duas condições têm causas diferentes — e isso muda completamente o tratamento.

A rinite é uma inflamação da mucosa do nariz, geralmente causada por alergia a poeira, ácaros, pelos de animais, poluição, mudanças de temperatura ou pólen. Os sintomas típicos da rinite são: espirros frequentes, coceira no nariz, olhos lacrimejando, coriza clara e nariz entupido. A rinite não costuma causar febre nem dor de cabeça intensa, e seus sintomas pioram em ambientes com alérgenos ou após contato com o gatilho.

Já a sinusite é uma inflamação dos seios da face, que pode ser causada por infecções virais, bacterianas ou por complicações de uma rinite mal tratada. Os sintomas incluem: dor ou pressão no rosto (principalmente ao redor dos olhos, testa e bochechas), secreção nasal espessa (amarelada ou esverdeada), tosse persistente, mau hálito, perda do olfato e, muitas vezes, febre.

Uma forma prática de diferenciar é observar a cor e a densidade da secreção nasal: se for clara e aquosa, é mais provável que seja rinite; se for espessa, amarelada ou esverdeada, há maior chance de ser sinusite. Além disso, dor no rosto e febre são sinais mais comuns da sinusite, e raramente aparecem em casos de rinite isolada.

Se você sofre com sintomas nasais frequentes e não sabe identificar se é rinite ou sinusite, é fundamental procurar um médico otorrinolaringologista, que poderá realizar exames como a nasofibroscopia e indicar o tratamento adequado.

 

👁️ Qual a relação entre rinite, alergia nos olhos e coceira ocular?

Quem tem rinite alérgica geralmente também sofre de conjuntivite alérgica. Os sintomas incluem:

Coceira nos olhos , olhos vermelhos e lacrimejantes; Sensação de areia ou ardência.

Evitar coçar e buscar um tratamento conjunto com o otorrino e o oftalmologista pode evitar o agravamento.

😤 Rinite pode causar tosse? Qual a relação com bronquite ou asma?

Sim. A tosse ocorre por gotejamento pós-nasal — quando o muco escorre pela garganta e irrita os brônquios. Quem tem asma pode ter crises desencadeadas pela rinite mal controlada. Isso é chamado de via aérea única: nariz e pulmões são conectados.

💉 Quem pode fazer a vacina de rinite (imunoterapia alérgeno-específica)?

Indicada para:

Pessoas com rinite alérgica confirmada por exames;

Sintomas que persistem por mais de 3 meses ao ano;

Uso contínuo de antialérgicos e corticoides sem melhora adequada;

Crianças acima de 5 anos e adultos de todas as idades.

Ela é feita com extratos dos alérgenos do paciente (como ácaros, pólens ou epitélio de animais) e pode ser aplicada por gotas sublinguais (vacina de rinite em gotas) ou injeções. O tratamento dura de 3 a 5 anos e promove melhora duradoura.

❄️ Rinite pode piorar com mudanças de temperatura?

Sim. A chamada rinite vasomotora não tem origem alérgica, mas é desencadeada por:

Ar frio ou quente; Ambientes com ar-condicionado; Mudança brusca de clima.

Quem sofre com esse tipo deve evitar mudanças repentinas de ambiente, manter o nariz sempre umidificado e usar soluções nasais indicadas pelo otorrino.

🌸 A rinite piora na primavera?

Sim, especialmente a rinite alérgica causada por pólen. Na primavera há:

Maior liberação de grãos de pólen no ar;

Vento, que espalha esses alérgenos; Aumento das crises em quem já é sensível.

Nesses casos, além da imunoterapia, é importante:

Evitar janelas abertas à tarde; Lavar o rosto e trocar de roupa ao voltar da rua;

Evitar parques em dias secos e com muito vento.

🐶 Tenho rinite e convivo com cães e gatos. O que fazer?

Faça o teste alérgico para saber se há reação ao epitélio do animal;

Banhe o pet toda semana com shampoo hipoalergênico;

Evite que ele entre no quarto ou suba na cama;

Use aspirador com filtro HEPA e lave mantas e cortinas semanalmente.

Se a rinite estiver descontrolada mesmo com esses cuidados, considere imunoterapia com extrato do epitélio animal.

🧴 Cheiros fortes podem desencadear rinite?

Sim. Perfumes, produtos de limpeza, fumaça de cigarro e até cheiros de alimentos muito condimentados podem irritar o nariz de quem tem rinite.

Dica: use produtos neutros ou sem fragrância e evite produtos em spray. Limpe a casa com vinagre branco diluído e bicarbonato — veja como no meu eBook “Casa Anti-Alérgica”.

🧪 Spray nasal faz mal? Quando usar e quando evitar?

Sprays nasais de corticoide prescritos por otorrino ajudam a controlar a inflamação crônica. Mas o uso de sprays vasoconstritores (tipo neosoro®) sem controle pode causar efeito rebote, levando à dependência química e atrofia da mucosa nasal.

Use sprays apenas com orientação médica, na dose correta e com acompanhamento.

💉 Por que evitar injeções de corticoide para rinite?

Elas causam alívio rápido, mas podem ter efeitos colaterais sérios:

Ganho de peso;

Aumento da glicose;

Fragilidade óssea;

Insônia e ansiedade.

Não devem ser a primeira opção — especialmente em crianças, idosos ou pessoas com doenças crônicas.

🚫 Tratar só os sintomas funciona?

Não. Rinite é uma condição crônica que precisa de abordagem completa:

Identificar e evitar os gatilhos;

Tratar a inflamação nasal com sprays adequados;

Fazer imunoterapia, se indicado;

Manter o ambiente limpo e livre de alérgenos;

Acompanhar com otorrino regularmente.

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Sou médico otorrinolaringologista em Curitiba – PR.

Faço vídeos sobre: rinite, amigdalites (infecção de garganta) , faringites, otites, halitose (mau hálito), sinusite, ronco, adenoide, vacina para rinite, cirurgia de amigdala, caseos amigdalianos

Dr. Paulo Mendes Jr. | Otorrinolaringologista
📍Centro de Rinite do Hospital IPO – Av. Rep. Argentina, 2069 – Água Verde, Curitiba – PR. ☎ (41) 99249-1236 (somente whatsapp).

 

Fonte: XV Curitiba

 

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Publicado em 29/07/2025.

Solução pode ser implementada como iniciativa para evitar futuras crises respiratórias e sobrecarga do sistema de saúde no Brasil

Após uma intensa crise de doenças respiratórias atingir todo o país e gerar uma sobrecarga do sistema de saúde decorrente do alto índice de hospitalizações, a qualidade da ventilação no ambiente de trabalho torna-se um foco importante para a prevenção a longo prazo.

Vírus e bactérias são disseminados com maior facilidade quando a temperatura está mais baixa, causando infecções como resfriados e gripes, passando por bronquites e pneumonias. Em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, como espaços de trabalho, os riscos de contrair essas enfermidades aumentam ainda mais.

Segundo o médico Paulo Mendes, otorrinolaringologista do Hospital IPO, em Curitiba (PR),  a ausência de renovação do ar transforma esses espaços em verdadeiros “focos de contágio”, em especial em empresas onde o convívio é contínuo e próximo.

“Ambientes fechados e mal ventilados favorecem o acúmulo de vírus, bactérias, ácaros e partículas irritantes, como poeira e poluentes. Isso pode agravar quadros alérgicos como rinite, asma e sinusite, além de facilitar a disseminação de infecções respiratórias, como gripes, resfriados e até Covid-19”, comenta.

Apoio na prevenção
Nesse cenário, a ventilação natural é uma excelente aliada para prevenir doenças respiratórias em escritórios, comércios e indústrias, pois promove a renovação constante do ar e reduz a concentração de poluentes, vírus e fungos. Ambientes com boa ventilação são menos propensos a surtos de doenças respiratórias.

“Ambientes bem ventilados oferecem mais conforto térmico e comodidade no dia a dia. A ventilação natural também contribui para o controle da umidade, ajudando a prevenir mofo e fungos provocados pela condensação, elementos que prejudicam tanto a saúde das pessoas como a integridade das edificações. Como resultado, a empresa tende a enfrentar menos casos de absenteísmo entre os colaboradores”, pontua Cássio Pissetti, CEO da Engepoli, empresa especializada na produção de soluções inteligentes e sustentáveis de iluminação e ventilação natural.

Soluções inovadoras e sustentáveis
A busca por alternativas que consigam trazer mais qualidade de vida para colaboradores ao mesmo tempo em que reduzem gastos financeiros e impactos ambientais é um grande desafio para empresas de todos os portes. Com esse foco, a companhia paranaense investe R$ 1,3 milhão anualmente em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, patentes e aprimoramento de soluções existentes.

As soluções patenteadas pela empresa estão presentes em lojas, centros de distribuição e áreas de produção de grandes marcas, como Toyota, Electrolux, Arauco, Volkswagen e GE Turbinas. Os sistemas de ventilação aproveitam o ar natural e funcionam 24 horas por dia, de forma isolada e sem necessidade de energia elétrica. Não geram ruídos e não exigem qualquer tipo de manutenção, porque suas peças não estão sujeitas a desgaste natural. Alguns unem a possibilidade de ventilação e iluminação natural, o que garante ainda mais economia, conforto térmico e comodidade para as pessoas que circulam pelo espaço.

“Importante lembrarmos que quando as empresas optam por soluções que utilizam recursos naturais inesgotáveis para garantir a ventilação das edificações, o impacto na natureza é bastante reduzido ou até mesmo zerado. Quando as companhias priorizam a sustentabilidade, suas chances de ganhar mercado crescem, uma vez que os consumidores estão cada vez mais atentos a esse tópico em suas decisões de compra”, finaliza Cássio Pissetti.

A Engepoli é uma empresa de soluções para iluminação e ventilação natural de destaque no cenário brasileiro e mundial.

Fonte: Diário Indústria & Comércio

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15 de julho de 2025.

Com fluxos ágeis, sala de testes rápidos e encaminhamentos para tratamentos mais assertivos, Hospital IPO reduz espera média para 35 minutos em meio a demanda duas vezes maior.

COM ASSESSORIAS – Desde o início de junho, o Governo do Paraná decretou estado de alerta devido ao aumento de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), com mais de 15 mil casos e aproximadamente 800 óbitos registrados em 2025, até a última atualização. A alta nos números expõe a importância de atendimentos cada vez mais ágeis e especializados de problemas relacionados às vias aéreas: nariz, ouvido e garganta.

Hospitais que oferecem serviços de otorrinolaringologia têm papel fundamental nesse cenário, já que são responsáveis pelo diagnóstico e tratamento de complicações causadas pelos vírus respiratórios. Além de atenderem a casos agudos, também contribuem para o acompanhamento de pacientes com condições crônicas agravadas durante períodos de maior circulação viral.

Atendimento ágil e resolutivo

É o caso do Hospital IPO, em Curitiba (PR), que além de realizar serviços como exames e diagnósticos precisos, vem reformulando seu Pronto Atendimento desde o início do ano para garantir menos tempo de espera, além de diagnósticos e tratamentos cada vez mais assertivos. O PA especializado do hospital, com funcionamento 24 horas, passou por uma ampla reformulação e hoje realiza cerca de 500 atendimentos por dia — o dobro da demanda vivenciada nos primeiros meses do ano. O crescimento médio mensal no número de atendimentos ultrapassou 30% desde que as mudanças foram implantadas.

“Nosso objetivo foi ampliar o acesso e melhorar a qualidade. Para isso, redesenhamos os fluxos, reforçamos a equipe nos momentos de maior movimento para garantir mais agilidade nos atendimentos. Além disso, promovemos treinamentos com a equipe para reforçar o comprometimento e a dedicação ao paciente”, afirma André Luiz Madureira de Oliveira, CEO do Hospital IPO.

Em meio ao cenário de alerta para vírus respiratórios, uma sala de testes rápidos também foi implantada e permite a identificação de casos de influenza A, B e covid-19. Isso garante que o paciente receba o tratamento mais adequado e de resposta ágil para evitar complicações. Ao longo do mês de maio, 22% dos pacientes que procuraram o hospital tinham mais de 50 anos, idade em que as complicações podem começar a ser mais graves, e 49% tinham de 21 a 50 anos.

Jornada completa

Além disso, o hospital implementou um sistema de checkout clínico, que possibilita que o paciente, após a consulta, seja encaminhado de maneira imediata para exames ou procedimentos complementares. “Com essa medida, é possível garantir também a assertividade no direcionamento dos pacientes. Atualmente, nossos indicadores são de que 73% dos atendimentos são direcionados ao especialista ideal, possibilitando que a jornada do paciente se complete dentro da própria estrutura hospitalar, com mais precisão e continuidade no cuidado”, relata o CEO.

Essa jornada começa logo na recepção: o tempo médio de cadastro, que antes levava cerca de 8 minutos, foi reduzido com o treinamento das equipes. Entre a retirada do ticket e o início da consulta, a espera média atual é de 35 minutos em horários de menor movimento e de 50 minutos em momentos de pico, que concentram 55% dos atendimentos totais diários. Finais de semana e segundas-feiras costumam ser os dias de maior busca no PA.

Estrutura de referência

Atualmente, o Hospital IPO conta com mais de 50 médicos otorrinolaringologistas plantonistas. O impacto desse atendimento assertivo na porta de entrada do hospital também deve se refletir nos procedimentos de alta complexidade. São mais de 60 leitos e sete salas cirúrgicas para absorver procedimentos que garantam o tratamento completo de cada paciente. “Todos os meses, mais de 35 mil pacientes passam pelo nosso hospital em busca de excelência em otorrinolaringologia, plástica facial e alergologia. E nosso compromisso constante é garantir que eles recebam o melhor cuidado nesse momento que mais precisam”, finaliza.

FONTE: Grande Curitiba

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Cerca de 10 milhões de brasileiros apresenta alguma deficiência auditiva. Destas, 2,7 milhões têm surdez profunda, ou seja, não escutam nada. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Mas como detectar os sinais iniciais de perda auditiva? Para o médico Paulo Mendes Junior, especialista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior do segmento na América Latina, um dos sintomas iniciais é não entender o que os outros falam. “Existe uma dificuldade de compreender as falas. As pessoas conversam ouvindo e lendo os lábios, é um sistema complexo”, afirma.

Existem várias causas para a perda de audição, e um exame chamado otoscopia detecta se a perda existe ou se é algo comum, como acúmulo de cera no ouvido. Problemas como congestão nasal podem causar também a surdez e uma audiometria consegue mapear o que está acontecendo.

A audiometria consegue identificar se existe uma dificuldade real de escutar, se atinge os dois ouvidos, qual a frequência de perda auditiva. “Normalmente se perde a audição nos tons agudos, onde a pessoa escuta, mas não entende o que é falado”, conta.

Dependendo da perda auditiva, dois procedimentos podem ser feitos, como uma cirurgia em casos de otoesclerose, ou, se for acúmulo de secreção (como nos casos do nariz que vai para o ouvido), uma limpeza já é eficaz. “O aparelho de audição é recomendado em diversos casos, mas não caracteriza uma surdez total. Lembrando que um longo período sem tratar a perda auditiva pode ocasionar em problemas cognitivos, e até mesmo complicar o dia a dia ao não ouvir um celular, uma buzina, enfim, traz transtornos para a rotina da pessoa”, diz.

Hoje, os aparelhos estão muito modernos, alguns até se conectam ao celular, com diversas opções de tamanho. “Não é mais como antigamente em que os modelos geravam até um desconforto. Eles estão cada vez mais compactos, tecnológicos e eficientes”, completa Paulo Mendes Junior.

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Com a chegada das altas temperaturas, cresce o uso do ar-condicionado nas empresas e, também, em ambientes domésticos. O aparelho pode causar tosse, espirros e coriza, além de aumentar os sintomas em quem sofre com rinite ou sinusite. Isto acontece porque o ar-condicionado resseca as vias respiratórias, inflamando os cornetos nasais, uma pele que fica na parte interna do nariz.
As rinites não alérgicas, aquelas causadas por fatores externos, como o aumento da temperatura, são fortemente impactadas pelo uso do ar-condicionado. “A rinite alérgica é tratada com a imunoterapia, ou seja, a vacina adequada. Já a rinite não alérgica não tem tratamento via vacina e é preciso evitar o que desencadeia a reação”, conta o médico Paulo Mendes Junior, especialista em otorrinolaringologia do IPO.

Já as sinusites são causadas por infecções virais ou bacterianas, e também por reações alérgicas, como as mudanças de temperatura do aparelho. Assim como a rinite, o principal fator é evitar o que provoca a reação alérgica. “O principal é fazer a lavagem nasal com soro fisiológico, isto é fundamental para evitar os sintomas. Com a lavagem o nariz fica limpo, evitando o ressecamento das vias áreas”, explica doutor Mendes Junior.
Outro ponto importante é a manutenção do ar-condicionado. O aparelho deve ser limpo com frequência, os filtros devem ser trocados regularmente, assim como os dutos devem passar por manutenção constante. “Evitar as mudanças de temperatura também é importante, considero que deixar sempre em 23 graus é o ideal”, completa o especialista.

FONTE: Plena Mulher

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Descubra o que causa e como tratar a enfermidade que incomoda milhões de pessoas no país

O desvio de septo é uma condição na parte interna do nariz na parede que separa as narinas. Quando o desvio ocorre, torna uma das passagens menor que a outra. Pode ser causado ao nascer, por lesões como acidentes ou quedas, no desenvolvimento errôneo dos ossos no processo de crescimento e, até mesmo, por inflamações ou alergias crônicas. A Academia Brasileira de Rinologia estima que o desvio de septo atinge 20% dos brasileiros.

Idealmente, a estrutura interna da parede do nariz deve estar centralizada, dividindo o nariz em dois orifícios simétricos. Porém, em muitos casos, o septo nasal encontra-se desviado, ou não centralizado, estreitando a passagem de ar pelas narinas, e constituindo o que chamamos de desvio do septo nasal. O desvio de septo se torna um problema quando interfere na respiração. Em casos mais graves, pode bloquear um lado do nariz e causar dificuldade para respirar, dificuldade para assoar o nariz, sinusite recorrente, apneia do sono, entre outros problemas.

“Esta condição pode ser corrigida através de uma cirurgia realizada pelo médico otorrinolaringologista, mas deve ser muito bem avaliada antes da indicação do procedimento”, conta o médico Rodrigo Miranda, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina. Segundo o especialista, nem todo paciente é candidato à cirurgia ou terá grande benefício com o procedimento. “O otorrinolaringologista deve observar o grau de obstrução nasal e suas relações com outros fatores, como alergias, roncos e rinossinusites entre outros. Se bem indicada, a septoplastia, cirurgia para correção do desvio do septo nasal, pode obter resultados fantásticos, com grande aumento de saúde e principalmente de qualidade de vida para o paciente”, afirma.

A cirurgia é a recomendação para os casos de sintomas recorrentes, mas o tratamento também pode incluir anti-histamínicos, descongestionantes nasais, esteroides e, até mesmo, a utilização de uma fita adesiva para abrir as vias nasais. “Existem diversas maneiras para reduzirmos e tratarmos os efeitos do desvio de septo. Obviamente, cada caso precisa ser analisado de maneira bem particular, mas existem alguns tratamentos, que não passam pela cirurgia, que podem reduzir consideravelmente o incômodo”, completa o especialista.

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Especialistas do maior hospital de otorrinolaringologia da América Latina (IPO) explicam a solucionar o mal-estar

Você convive com o nariz entupido e não sabe mais o que fazer? O nariz entupido de forma contínua pode ser sinal de doenças crônicas, como rinite, sinusite e, até mesmo, ser indício da presença de tumores. A causa, de forma geral, varia entre as pessoas, sendo que a faixa etária costuma ser um dos fatores para detectar a origem do incômodo.
“Em crianças, as principais causas são ocasionadas por rinites, adenoide aumentada ou alguns tumores. Já em adultos, o principal desencadeante é o desvio de septo, além das sinusites e rinites”, afirma o doutor Diego Pizzamiglio, otorrinolaringologista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina. O primeiro passo para tratar o nariz entupido é consultar um especialista para detectar a causa.
“É muito comum receber pacientes no pronto atendimento com nariz entupido devido a chamada rinite medicamentosa, ou seja, por uso excessivo de descongestionantes nasais”, conta Pizzamiglio. O uso de descongestionantes nasais deve ter acompanhamento médico. Eles viciam, podem causar sangramento nasal, arritmia cardíaca, aumentar a pressão arterial, entre outros problemas.
Para desentupir o nariz sem medicamentos e de forma natural, existem algumas opções. O otorrinolaringologista do IPO, doutor Paulo Mendes Junior, explica que com movimentos na face é possível aliviar momentaneamente os sintomas. “Coloque um dedo entre os supercílios, desça até o meio do nariz e faça movimentos de fora para dentro, respirando profundamente. Outra dica e colocar os dedos na asa do nariz, região na bochecha ao lado das narinas, pressionando com os polegares e respirando ao mesmo tempo”, detalha Mendes Junior. Os movimentos ampliam a respiração e contribuem para acabar com o mal estar, diminuindo a vascularização.

 

FONTE: BUSÃO CURITIBA.