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IPO – Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia Excelência do Hospital IPO é destaque na 3ª edição do Prêmio Mais Saúde TopView Reconhecimento por voto popular reforça a confiança dos pacientes; instituição conquista o prêmio pelo segundo ano

Patricia Zomer- 24/06/26

O Hospital IPO foi o grande vencedor da 3ª edição do Prêmio Mais Saúde TopView na categoria Otorrinolaringologia. Definida por voto popular, a premiação reconhece os principais nomes e instituições da área da saúde no Paraná e teve sua cerimônia de entrega realizada na última terça-feira (23), no Salão Azul do Clube Curitibano, em Curitiba.

A conquista marca o segundo ano consecutivo em que o IPO recebe o reconhecimento, reforçando sua trajetória de excelência, inovação e atendimento especializado. Para a head de Marketing do Hospital IPO, Michelle Reffo, o prêmio representa a confiança da cidade de Curitiba e o resultado do trabalho desenvolvido diariamente pelas equipes da instituição.

“Receber esse prêmio novamente é motivo de grande orgulho para todo o Hospital IPO. Ele reforça a confiança dos pacientes e suas famílias no trabalho que realizamos diariamente. Seguimos comprometidos em oferecer atendimento humanizado, mantendo o propósito que nos acompanha há mais de três décadas”, destaca.

Michelle lembra que o IPO já está na rotina do curitibano e que essa proximidade com a população foi justamente o conceito que norteou a mais recente campanha institucional do hospital. “Construímos uma relação de confiança com gerações de pacientes. Estar presente no dia a dia dos curitibanos e ser lembrado quando o assunto é saúde respiratória, auditiva ou visual é algo que nos orgulha muito”, comemora.

Referência em saúde especializada

Com mais de 30 anos de atuação, o Hospital IPO consolidou-se como uma das principais referências em otorrinolaringologia do país. A instituição reúne atendimento especializado, investimento contínuo em tecnologia, ensino e pesquisa, além de uma equipe multidisciplinar voltada à excelência assistencial.

Ao longo de sua trajetória, o hospital ampliou sua atuação para diferentes áreas relacionadas à saúde respiratória, auditiva e visual, tornando-se uma referência para pacientes de Curitiba, da Região Metropolitana e de diversas localidades do Brasil. O reconhecimento no Prêmio Mais Saúde TopView reforça esse histórico e evidencia a relevância da instituição para a comunidade e para o setor da saúde.

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É só chegar o outono e o inverno que começam os espirros, nariz entupido, coceira nos olhos e por aí vai. É a sinfonia típica de quem convive com rinite ou sinusite, duas condições que costumam piorar quando o ar fica mais frio e seco. Nessa época do ano, as pessoas também tendem a passar mais tempo dentro de casa, com as janelas fechadas e mais expostas a ácaros da poeira e pelos de animais — dois dos gatilhos para as crises.

Qual a diferença entre rinite e sinusite? 

A rinite é uma inflamação da mucosa nasal, especialmente da mucosa que reveste os cornetos nasais (estruturas ósseas que ficam nas paredes laterais do nariz). Já a sinusite é a inflamação das mucosas dos seios da face, região do crânio composta por cavidades ósseas ao redor do nariz, das maçãs do rosto e dos nossos olhos.

A inflamação é a resposta natural do nosso corpo a uma invasão ou a uma agressão, como infecção, alergia, lesão ou contato com substâncias. Quando o organismo identifica um possível inimigo que pode causar dano, o sistema imunológico (nossa defesa) libera substâncias químicas que aumentam o fluxo sanguíneo e recrutam células de defesa para iniciar uma luta no local afetado.

“A rinite costuma se manifestar com crises de espirros e sintomas mais evidentes, que acabam chamando a atenção de quem está ao redor. Já a sinusite provoca dor de cabeça persistente, tosse, congestão nasal e uma coriza menos abundante. Por isso, seus sintomas tendem a ser menos perceptíveis para outras pessoas”, explica Camilla Pereira, alergista e imunologista da Clínica Plunes, em Curitiba (PR).

 

Como se desencadeia uma crise de rinite

Nas pessoas com rinite alérgica, o sistema imunológico reage de forma exagerada a substâncias normalmente inofensivas, como ácaros, pólen, mofo ou pelos de animais. Mudanças bruscas de temperatura (clima e ar condicionado) e cheiros fortes (perfume, produtos de limpeza, fumaça de cigarro) também podem desencadear uma crise.

“Essa reação leva à liberação de mediadores inflamatórios, especialmente a histamina, que provocam dilatação dos vasos sanguíneos, aumento da produção de secreção e irritação das terminações nervosas do nariz”, explica Paulo Mendes Jr., otorrinolaringologista do Hospital IPO, também na capital paranaense.

A inflamação provoca inchaço dessa mucosa, resultando em obstrução nasal. A estimulação das terminações nervosas gera os famosos espirros, enquanto o aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos favorece a produção de secreção, causando a coriza. “Muitas vezes, a inflamação também afeta os olhos, levando a coceira, vermelhidão e lacrimejamento”, afirma o especialista.

Tipos de rinite

A rinite pode ser dividida em dois grandes grupos: rinite alérgica e rinite não alérgica. Dentro das rinites não alérgicas, há os seguintes subtipos:

  • rinite vasomotora: desencadeada por mudanças de temperatura e exposição a cheiros fortes;
  • rinite medicamentosa: causada pelo uso excessivo de gotas nasais vasoconstritoras;
  • rinite hormonal: associada a alterações hormonais, comuns durante a gestação;
  • rinite ocupacional: provocada pela exposição a poeiras, produtos químicos ou outros poluentes no ambiente de trabalho;
  • rinite gustativa: desencadeada pela ingestão de determinados alimentos.

“Também é comum encontrarmos pacientes com rinite mista, que apresentam componentes alérgicos e não alérgicos simultaneamente”, destaca Mendes Jr.

Como se desencadeia uma crise de sinusite

No caso da sinusite — ou rinossinusite, termo mais utilizado pelos médicos —, a crise ocorre quando há uma inflamação dos seios da face, cavidades cheias de ar localizadas em alguns ossos do rosto e do crânio.

Essa inflamação pode ser desencadeada por alergias, infecções virais, bacterianas ou fúngicas, além de outros fatores inflamatórios. Em alguns casos, características anatômicas também podem favorecer o surgimento do problema.

“Às vezes, a pessoa tem uma adenoide aumentada e amídalas aumentadas, alterações anatômicas que podem levar a esse quadro”, explica Pereira.

A adenoide é um tecido de defesa localizado na parte de trás do nariz e, quando aumentada, pode dificultar a passagem do ar e favorecer o acúmulo de secreções.

Segundo a médica, a sinusite geralmente apresenta um quadro mais arrastado. Por isso, uma congestão nasal que dura apenas três ou quatro dias nem sempre indica a doença. Já sintomas como dor de cabeça, sensação de peso na face e gotejamento pós-nasal podem ajudar no diagnóstico.

 

Tipos de sinusite

As sinusites podem ser classificadas de diferentes formas. Uma delas leva em conta a duração dos sintomas, segundo os especialistas. Nessa classificação, a doença é considerada:

  • aguda, quando dura até quatro semanas;
  • subaguda, quando persiste entre quatro e 12 semanas;
  • crônica, quando os sintomas permanecem por mais de 12 semanas;
  • há ainda os casos recorrentes, marcados por episódios repetidos ao longo do ano.

A sinusite também é classificada pela causa. A forma viral é a mais comum e costuma surgir após resfriados e outras infecções respiratórias. Já a sinusite bacteriana pode se desenvolver quando uma infecção persiste ou se agrava. Em situações mais raras, a inflamação é provocada por fungos, caracterizando a chamada sinusite fúngica.

A rinite pode levar à sinusite? 

Sim, porque a rinite provoca inflamação e inchaço da mucosa nasal, dificultando a drenagem adequada dos seios da face. E quando a secreção fica retida, aumenta o risco de proliferação de microrganismos e desenvolvimento de sinusite.

 

Tratamentos para rinite e sinusite

Para a rinite, de acordo com Mendes Jr., o tratamento se apoia em três pilares principais: controle ambiental para reduzir a exposição aos gatilhos, lavagem nasal com soro fisiológico e uso de medicamentos quando necessário.

Entre os remédios mais utilizados, estão os sprays nasais com corticoides, os anti-histamínicos e outras medicações específicas para controlar a inflamação e aliviar os sintomas.

“Em pacientes selecionados, a imunoterapia alérgeno-específica, conhecida popularmente como vacina para alergia, pode atuar na causa da doença e proporcionar melhora duradoura”, explica o médico.

Já o tratamento da sinusite varia de acordo com a causa e o momento da doença. Segundo Pereira, a abordagem pode incluir lavagem nasal com soro fisiológico, cuidados ambientais e o uso de medicamentos tópicos, como corticoides e anti-histamínicos.

Nas fases agudas, também podem ser indicados corticoides orais e, em alguns casos, antibióticos.

A especialista acrescenta que, nos casos de sinusite associada a alergias, a imunoterapia pode fazer parte do tratamento. Além disso, os imunobiológicos vêm sendo cada vez mais indicados para determinados pacientes.

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A terceira edição do Prêmio Mais Saúde TOPVIEW reuniu cerca de 400 convidados no Salão Azul do Clube Curitibano, na noite de terça-feira (23), para homenagear profissionais, empresas e iniciativas que se destacam na área da saúde no Paraná. Estiveram presentes ainda o secretário estadual da Saúde, César Neves, o secretário municipal da Comunicação, Marc Souza, e o presidente da Associação Médica do Paraná, José Fernando Macedo.

Em uma cerimônia marcada pela entrega do Troféu Dircéa Corrêa Petrelli, foram reconhecidas empresas e profissionais em 31 categorias de serviços de bem-estar e saúde, que abrangem hospitais, clínicas, laboratórios, serviços especializados e personalidades do setor. 

“A saúde de Curitiba não é apenas um setor de serviços: é uma das principais forças econômicas, sociais e científicas da nossa cidade. Ela gera emprego e atividade em uma cadeia que vai de hospitais e clínicas a laboratórios”, disse o presidente do Grupo Ric, Leonardo Petrelli, destacando também o papel das universidades, centros de pesquisa e da logística que sustentam o setor.

Homenagem ao Dr. Ricardo Pasquini

O homenageado da noite foi o médico Ricardo Pasquini, em reconhecimento à sua trajetória, como precursor do transplante de medula óssea na América Latina. A homenagem foi feita por Karla Petrelli, presidente do Instituto Ric, e por Leonardo Petrelli, presidente do Grupo Ric. “Desde 1979, o dr. Pasquini esteve à frente de cerca de quatro mil transplantes de medula óssea e formou centenas de profissionais que também são referência. Esta homenagem reconhece uma vida dedicada à prática clínica, à pesquisa e à  formação de novas gerações”, disse Petrelli.

“O reconhecimento é resultado do empenho diário das equipes que atuam na rede estadual de saúde e dos investimentos realizados pelo Governo do Estado para ampliar o acesso e qualificar o atendimento à população. 

O Prêmio Mais Saúde TOPVIEW é uma conquista que valoriza o trabalho de todos os profissionais que fazem a diferença na vida de milhares de crianças e famílias paranaenses, afirmou o secretário estadual da Saúde, César Neves, ao comemorar a premiação do Hospital Infantil Waldemar Monastier (HIWM), unidade que integra a estrutura da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa-PR). A instituição foi reconhecida na categoria Hospitais Públicos. Localizado em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ele é referência no atendimento pediátrico de média e alta complexidade, e oferece assistência em diversas especialidades médicas. 

Mais de 100 mil votos

O Prêmio Mais Saúde TOPVIEW é a mais importante chancela de reconhecimento e de memória de marca do Paraná. Em cada edição, o objetivo é mapear quem transmite confiança ao público em momentos decisivos de cuidado e assistência.

Os dados das três edições mostram o alcance do prêmio: mais de mil empresas inscritas ou indicadas; mais de 100 mil votos computados ao longo da história; e uma média de mil votos por categoria em cada edição. Em três edições foram reconhecidas 330 empresas finalistas e entregues 138 Troféus Dircéa Corrêa Petrelli. 

Até agora, as cerimônias reuniram cerca de 1.600 convidados, centenas de conteúdos editoriais foram produzidos e milhares de interações ocorreram nas plataformas digitais da TOPVIEW. O prêmio contempla mais de 30 segmentos da saúde a cada ano, incluindo hospitais, clínicas, laboratórios, operadoras, diagnóstico por imagem, odontologia, maternidades, home care, redes de farmácia, bem-estar e serviços especializados.

A etapa de classificação do Prêmio Mais Saúde TOPVIEW contou com a participação do Datacenso, responsável por organizar e validar dados que subsidiaram a seleção das empresas finalistas. A colaboração do Datacenso deu robustez técnica ao processo, combinando indicadores objetivos com o levantamento da percepção pública que orienta a votação popular — característica que, segundo os organizadores, faz do prêmio um movimento amplo e participativo.

Conheça os destaques do Prêmio Mais Saúde TOPVIEW 2026

Cardiologia

Hospital INC – Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba

Cardiovascular

Hospital Cardiovascular das Nações

Casa de repouso

Elissa Village

Centro médico 

ECO Medical Center

Emagrecimento e/ou spa

Estância do Lago Spa & Wellness

EstéticaClínica Saint Paul

Faculdade particular de medicina

Faculdades Pequeno Príncipe

Home care

Geração de Saúde Cuidadores de Idosos

Hospital filantrópico

Hospital Erasto Gaertner

Hospital privado

Hospital São Marcelino Champagnat

Hospital público

Hospital Infantil Waldemar Monastier

Implantodontia

Centro Odontológico Supreme

Laboratório de análises clínicas

Unimed Laboratório

Maternidade

Maternidade do Hospital Nossa Senhora das Graças

Medicina nuclear

DAPI – Diagnóstico Avançado por Imagem

Nefrologia

Nefrokids

Neurologia

Hospital INC – Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba

Odontologia estética

Murano Odontologia de Referência

Odontopediatria

Lamvie

Oftalmologia

Hospital de Olhos do Paraná

Oncologia

IOP – Instituto de Oncologia do Paraná

Ortodontia

Instituto Mass Odontologia

Ortopedia e traumatologia

Hospital Novo Mundo

Hospital Otorrinolaringológico

 IPO

Hospital Pediátrico

Pequeno Príncipe

Plano de saúde

Unimed Curitiba

Radiologia Odontológica

DOC Centter Premium – Radiologia Odontológica

Radiologia e diagnóstico por imagem

DAPI – Diagnóstico Avançado por Imagem

Rede de farmácia

Farmácias Nissei

Soluções em aparelhos auditivos

Audiotec Aparelhos Auditivos

Vacinação

Vacina Clínica de Vacinas

Homenageado

Dr. Ricardo Pasquini

Créditos: Divulgação / Talk Comunicação.

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Técnica pode afinar ou engrossar a voz de acordo com a necessidade do paciente; hospital de Curitiba é referência nacional na técnica

Fica em Curitiba (PR) o centro médico referência em cirurgia de redesignação vocal para homens e mulheres transexuais, com mais de 130 atendimentos somente no último ano. O Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO, maior do segmento na América Latina, aplica a técnica pioneira sob o comando do médico Guilherme Catani.

Por meio das técnicas de Tireoplastia e Glotoplastia é possível alterar cirurgicamente a tensão das pregas vocais e ajustar o tom da voz do paciente, tornando mais grave ou agudo de acordo com a necessidade observada. “Embora o aprofundamento da voz procurado por homens transgêneros possa ser tipicamente alcançado pela terapia com hormônio masculinizante, o hormônio feminilizante não tem o mesmo impacto nas vozes das mulheres transexuais. Os anti-andrógenos e estrógenos não têm efeito na voz”, conta Catani.

A feminização de mulheres trans, adaptando a voz a identidade de gênero, ajuda a diminuir a sensação de desconforto ou angústia que pode acompanhar a diferença entre identidade de gênero, sexo atribuído no nascimento ou características físicas relacionadas ao sexo (disforia de gênero). “Ter uma voz que não corresponde à sua identidade de gênero também pode causar problemas de segurança, como assédio, em certas circunstâncias”, explica o médico.

A cirurgia de mudança vocal para tornar a voz mais aguda (Glotoplastia) pode ser realizada em conjunto com a cirurgia de redução do Pomo de Adão (Condroplastia) para um processo de feminização mais satisfatório. O processo é realizado por via intraoral, ou seja, não deixa cicatrizes no pescoço. Só há uma pequena cicatriz se o procedimento for realizado em conjunto. É realizado com anestesia geral ou local e dura entre uma hora e 90 minutos.

Além da cirurgia, é importante realizar a terapia de feminização da voz, que irá ajudá-la a alterar as características vocais, como tom e entonação, e padrões de comunicação não-verbal, como gestos e expressões faciais. “A cirurgia é bastante segura, não deixa cicatrizes perceptíveis e tem o tempo de internação menor que 24 horas”, destaca o especialista.

A Tireoplastia, indicada para homens trans, é uma cirurgia que modifica as estruturas das cartilagens da laringe para melhorar a voz em pacientes que não tiveram resultados satisfatórios com a terapia hormonal. Também é indicada para homens cisgênero que tem a voz fina e sentem desconforto com isso.  O procedimento é realizado por meio de uma incisaão no pescoço e pode ser usado para deixar a voz mais grave ou aguda.  É segura e reversível, permitindo a alta do paciente em menos de 24 horas. A recuperação é geralmente pouco dolorosa, mas é recomendado repouso vocal por sete dias. Muitas vezes, é necessária fonoterapia pós-operatória para completar o tratamento.

“A maneira como as pessoas falam, incluindo seu estilo, voz e escolha de palavras, é altamente pessoal. Além disso, lembre-se de que mudar sua voz pode levar anos e essas mudanças podem parecer desconfortáveis ou inautênticas no início”, completa Catani.

 

FONTE: DORIS PINHEIRO.

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O Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência em otorrinolaringologia da América Latina, localizado em Curitiba (PR), acaba de anunciar Michelle Reffo como sua nova head de marketing.

Com uma sólida trajetória profissional, Michelle possui vasta experiência e uma visão inovadora que promete impulsionar as estratégias do hospital, que passa por um processo de reformulação em suas áreas de marketing e comunicação.

Premiada como Profissional de Marketing do Ano no Estado do Paraná, em 2018, Michelle acumula mais de 20 anos de experiência atuando como gestora nas áreas do marketing, publicidade, propaganda e relações públicas. Nos últimos anos, teve um papel de destaque no Grupo RIC, um dos maiores conglomerados de comunicação do Brasil, e, mais recentemente, ocupou o cargo de head de marketing e relacionamento na agência V3COM.

“Acredito no marketing como uma ferramenta essencial para conectar o hospital a todos os públicos de interesse. Estou animada para implementar estratégias que destaquem a qualidade e a humanização dos nossos serviços. Além disso, será uma grande honra atuar em uma instituição com o porte do IPO, que tem um papel extremamente relevante para o mercado da saúde nacional e internacional”, destaca Michelle.

De acordo com a especialista, sua expertise em gestão de marcas, desenvolvimento de campanhas e excelente relações interpessoais será fundamental para fortalecer a presença do Hospital IPO no mercado e aprimorar a experiência dos pacientes, corpo clínico e comunidade em geral. “O IPO está passando por uma grande reformulação em seus processos de marketing e comunicação. Vamos realinhar estratégias, montar equipes e traçar narrativas assertivas para que possamos retratar para a sociedade toda essa excelência que norteia o trabalho da instituição”, completa Michelle.

 

FONTE: GRANDES NOMES DA PROPAGANDA

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Coriza, coceira e espirros frequentes. Quem sofre com rinite alérgica sabe o quanto esses sintomas incomodam. No Brasil, de acordo com números oficiais da Organização Mundial de Saúde (OMS), o problema atinge 30% da população, enquanto o número global é ainda maior: 40% das pessoas ao redor do planeta sofrem com os seus efeitos. Apesar dos dados alarmantes, a rinite pode ser controlada por meio de uma simples vacina, em um processo conhecido como imunoterapia. Acontece que ela não é para todo mundo.

De acordo com o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, a imunoterapia é recomenda, mas os pacientes precisam ter um quadro clínico bem definido. “Um especialista deve avaliar se o tratamento é realmente a vacina, pois muitas vezes medidas como lavagem nasal funcionam em casos mais brandos. A vacina é recomendada para pacientes que sofrem com a rinite alérgica, rinoconjuntivite alérgica e também a asma alérgica”, destaca o especializa, explicando também que os principais alérgenos causadores da rinite são os ácaros (presentes na poeira doméstica), pólen, fungos (mofo) e epitélio de animais (cão e gato).

Segundo o otorrinolaringologista, a vacina da rinite é uma terapia que engloba injeções ou gotas sublinguais de alérgenos em doses crescentes.  “Geralmente, ela é aplicada em gotas, três vezes na semana, por um mínimo de seis meses. Observando melhora, o tratamento completo é estendido para um total de três anos e com um grande benefício de manter esta melhora após o tratamento por 10 anos”, explica. O tratamento pode ser realizado em adultos e crianças, com duração de três a cinco anos, podendo ter a imunidade prolongada por até 10 anos.

“A vacina minimiza os sintomas como espirros, coriza e coceira. É um alívio para o paciente, diminuindo também o uso de antialérgicos e corticoides. Ela consegue estagnar a evolução para crises de sinusite que muitas vezes precisam de antibiótico”, detalha Paulo Mendes Junior. “A vacina é recomendada para pessoas com alergia comprovada via testes clínicos, necessários antes da imunização, que possuem doenças imunológicas sob controle, que não estejam gestantes e sem alergia aos componentes da imunoterapia”, completa o especialista.

 

FONTE: PROGRAMA ORIENTA

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Especialista do maior hospital de otorrinolaringologia da América Latina, o IPO, explica os detalhes da blefaroplastia

Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), o Brasil está em primeiro lugar em números de cirurgias nas pálpebras no mundo. Apenas em 2022, foram 177 mil procedimentos. Conhecida como blefaroplastia, a cirurgia é recomendada para todo tipo de pessoa, de acordo com as particularidades de cada caso.

“A blefaroplastia é recomendada para pessoas com excesso de pele nas pálpebras superiores, o que pode causar visão limitada e cansaço; indivíduos com bolsas de gordura nas pálpebras inferiores, o que causa uma aparência de cansaço ou envelhecimento; e também para aqueles com sinais de envelhecimento na área dos olhos, ocasionando rugas e flacidez”, explica o médico Guilherme Rocha Netto, especialista em rinologia e rinoplastia estética e funcional do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior do segmento na América Latina.

Não há uma idade específica para a cirurgia, mas geralmente é realizada em adultos a partir dos 30 anos. No entanto, alguns jovens podem se beneficiar do procedimento se tiverem características genéticas que causam problemas nas pálpebras. Normalmente, leva de uma a duas semanas para que o inchaço e os hematomas causados pela intervenção diminuam, já o retorno às atividades normais acontecem de sete a dez dias, embora a cicatrização completa e a aparência final levem mais de três meses para conclusão.

“Para ter a recomendação da cirurgia, um médico deve fazer a avaliação completa, incluindo histórico médico e exame físico. Pode ser necessário realizar exames de sangue ou testes visuais. É importante discutir com o paciente o que se espera da cirurgia e entender os possíveis resultados”, informa o especialista. O médico alerta que o profissional pode solicitar que o paciente evite de tomar alguns medicamentos ou suplementos que aumentam o risco de sangramento.
O pós-operatório inclui descanso, compressas frias para aliviar o inchaço e a dor, analgésicos ou antibióticos, evitar esfregar os olhos e exposição ao sol.  Com relação aos custos, podem variar dependendo da localização e da complexidade do caso.

 

FONTE: G7 PORTAL

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Especialista explica as principais doenças que atingem fumantes; crianças e fumantes passivos também são afetados pelo uso

Dados levantados pelo Vigitel (Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), apontam um fato animador: entre os anos de 2006, o número de fumantes diminuiu mais de 50% no Brasil. O fato, porém, também mascara uma triste realidade: o tabagismo ainda mata 443 pessoas por dia no Brasil, além de ser responsável, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), por 90% das mortes por câncer de pulmão.

“O espectro de riscos à saúde decorrentes do tabagismo é muito mais amplo e abrangente do que podemos imaginar. Além do comprometimento cardiovascular e respiratório pelo uso crônico, que podem levar a doenças como enfisema, infarto e AVC, temos também o aumento de condições como sinusites, otites, faringites e laringites”, comenta o médico Rodrigo Silveira de Miranda, otorrinolaringologista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

“Podemos citar ainda outras situações menos lembradas relacionadas ao cigarro, como alterações na anatomia das pregas vocais que levam a problemas com a voz, como disfonia ou falar mais grosso; além das questões psicológicas e sociais relacionadas ao vício”, destaca. Para o médico, ao decidir parar de fumar, o usuário deve, antes de tudo, buscar ajuda especializada ou de um grupo de ajuda que possa auxiliar nesta difícil jornada. “Lembre-se, você adquiriu um vício químico e psicológico, portanto muitas vezes pode precisar de alguém para conduzir e orientar sobre se livrar dele”, explica Miranda. “Paralelamente, é importante realizar uma avaliação multidisciplinar de saúde (cardiovascular, respiratória, gastrointestinal e psicológica) afim de tratar os pontos que forem identificados como já comprometidos pelo cigarro”, complementa.

Vale sempre lembrar que não é apenas o fumante que acaba com a vida comprometida pelo vício, já que a fumaça do cigarro prejudica também as pessoas que estão ao redor. “O fumante passivo está muito mais suscetível a doenças respiratórias agudas que o ativo, que tem o corpo ‘condicionado’ à inalação da fumaça do cigarro. Crianças com pais tabagistas, mesmo que não fumem no mesmo ambiente em que estão os filhos, têm índices consideravelmente maiores de bronquite, otites e sinusites do que as de não fumantes”, explica o otorrinolaringologista.

“Filhos de pais fumantes, mesmo que não estimulados a fumar, estatisticamente desenvolvem o hábito do tabagismo na juventude e idade adulta com frequência muito maior que os que não convivem com o cigarro na infância”, adverte o médico. Outro grupo de risco, além de crianças e fumantes passivos em geral, são as grávidas. “Gestantes que fumam, ou são expostas passivamente ao cigarro, apresentam risco infinitamente maior de aborto, de terem filhos prematuros e com mal formações físicas ou mentais”, detalha Miranda.

Para completar, o especialista destaca que nunca é demais listar os inúmeros benefícios do abandono do vício em cigarros. “Sempre pensamos nos benefícios mais evidentes, como aumento da saúde respiratória, diminuição do risco cardiovascular e do risco de desenvolvimento de câncer. Casos de depressão, ansiedade, fissura e insônia também estão relacionados intimamente ao cigarro. Mas o abandono do vício vai muito além: melhora da disposição; resgate de um convívio social saudável, já que o cigarro é malcheiroso e desagrada a maioria das pessoas; e eliminação de um vício que só traz malefícios em troca do prazer momentâneo. Além de estar fora de moda, você já parou para pensar em quanto já gastou e ainda vai gastar com cigarros?”, completa.

 

FONTE: ABC REPÓRTER

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A chegada da primavera pode ser um fator complicador dos sintomas devido ao pólen

A rinite gestacional é definida como obstrução nasal inexistente antes da gestação, ocorrendo com maior frequência no segundo ou terceiro trimestre, com duração maior do que seis semanas, sem causa alérgica ou sinais de infecções de via aérea superior. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 30% da população brasileira tem algum tipo de alergia. A rinite alérgica é uma das doenças respiratórias mais comuns e atinge cerca de 1⁄4 dos brasileiros.

Segundo o médico Diego Pizzamglio, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, as gestantes precisam ficar atentas para distinguir a rinite de uma simples alergia. “A rinite é um conjunto de sintomas que podem ocorrer como coceira no nariz e olhos, espirros, coriza e nariz entupido. Ela pode ter várias origens, sendo a alergia uma delas”, destaca o especialista.

Pizzamglio detalha que a gestação é um estado em que devido ao aumento dos hormônios femininos, o ideal é consultar um otorrino para identificar e tratar os sintomas que mais incomodam sem interferir bom desenvolvimento do bebê. “Nem todos medicamentos são seguros na gestação, por isso é importante não se automedicar, principalmente não utilizar qualquer antiaalérgico ou antigripais”, diz.

Para completar, o especialista orienta cuidados importantes, que devem ser seguidos pelas gestantes, como usar soro fisiológico para lavar o nariz, ou mesmo em spray, para hidratar a mucosa. “Outro cuidado importante é manter a residência e local de trabalho sempre limpo e arejado, e também evitar animais no ambiente em que a grávida repousa”, completa Pizzamglio.

 

FONTE: JORNAL ITAQUERA EM NOTICIAS

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O pólen é mais comum nesta época do ano, sendo um dos principais causadores e complicadores de alergias

Setembro para muitos é o “mês da alergia” devido a alta incidência de pólen no ar, principalmente causado pela chegada da primavera no dia 22. As reações alérgicas comuns nesta época do ano podem, em grande parte, serem causadas pelo pólen das gramíneas, que entra em contato com as mucosas e causa o desconforto, como a rinite. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 30% da população brasileira tem algum tipo de alergia, sendo 20% crianças. As alergias mais comuns no Brasil são a alimentar, a dermatite atópica, a rinite e a asma.

“A alergia causa o nariz entupido, força o indivíduo a respirar mais pela boca, as dores de garganta aumentam, o que prejudica o sono e pode causar mais ronco e até crises de apneia, que é a parada respiratória durante o sono. Coriza também é comum, assim como coceira na mucosa do ouvido, nariz, garganta e até dos olhos”, conta o médico Paulo Mendes Júnior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

Pra detectar o tipo de alergia, são exigidos dois exames: de sangue e cutâneo. O de sangue sinaliza qual tipo de pólen ocasiona a alergia, assim como o teste cutâneo, realizado no antebraço e com resultado em meia hora, investiga a intensidade da reação no organismo e detecta outros causadores de alergia, como ácaros, fungos, alergias a animais – como cachorro e gato – assim como insetos e alimentos.

“O tratamento pode ser realizado com medicamentos  ou limpeza do ambiente. Conforme o quadro clínico, o médico pode indicar sprays de medicação nasal, entre outros medicamentos”, completa Paulo Mendes Júnior. Outro tratamento é a imunoterapia, conhecia como vacina de rinite e que não tem corticoide, indicada para pacientes acima de cinco anos, na qual os pacientes usam em casa para dormir três vezes por semana um remédio em gotas, antes de dormir por seis meses, no mínimo.  “Se seis meses funcionar, o paciente pode ficar tranquilo por até 10 anos”, finaliza.

 

FONTE: ATA NEWS