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Como melhorar o sono durante o tempo seco: dicas para noites mais tranquilas

Com a chegada do tempo seco, muitos brasileiros enfrentam noites mal dormidas, causadas pela baixa umidade do ar. Sensações como nariz entupido, garganta ressecada e o aumento de roncos acabam comprometendo a qualidade do descanso, provocando cansaço ao longo do dia.

No entanto, há diversas formas de amenizar esses efeitos e garantir um sono mais reparador, mesmo em condições climáticas adversas.

A seguir, discutiremos o impacto da baixa umidade no corpo e traremos dicas eficazes para manter o ambiente mais confortável durante a noite.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

O impacto da baixa umidade no sono

A umidade do ar é um fator essencial para a saúde respiratória e, consequentemente, para a qualidade do sono.

De acordo com especialistas, como Alexandre Ordonhes, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), a umidade do ar ideal para ambientes internos deve estar entre 30% e 50% durante a noite. Quando o nível de umidade cai abaixo dessa faixa, os problemas respiratórios começam a surgir.

Em climas secos, as vias nasais ficam mais suscetíveis a ficarem congestionadas, prejudicando a respiração e levando à fragmentação do sono.

“A respiração superficial gerada pela obstrução nasal impede que o corpo atinja o sono profundo, resultando em despertares frequentes”, explica Ordonhes. Essa condição é agravada em pessoas que já possuem doenças respiratórias, como asma e bronquite, tornando o ambiente seco ainda mais prejudicial.

Outro ponto relevante é o mecanismo de defesa do corpo: ao tentar respirar melhor durante a noite, o organismo abre a boca para facilitar a entrada de ar, o que favorece o ronco e a apneia do sono — um distúrbio caracterizado pela interrupção momentânea da respiração durante o sono.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

O papel do ronco e da apneia no tempo seco

Além de ser um incômodo para quem divide a cama ou o quarto, o ronco pode se tornar um agravante em ambientes secos. Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), destaca que o ronco, provocado pelo ressecamento das vias aéreas, contribui para mais despertares durante a noite. Na tentativa de mudar de posição ou reduzir o ruído, as pessoas acabam prejudicando o ciclo do sono, tornando-o ainda mais fragmentado.

A boca aberta, típica de quem ronca, também resseca a garganta, provocando tosse e até obrigando o indivíduo a se levantar para tomar água, o que quebra ainda mais a continuidade do sono. A apneia do sono, em casos extremos, pode ter consequências graves, como a falta de oxigenação dos pulmões, causando mal-estar e fadiga no dia seguinte.

O Site Cultura Alternativa, já escreveu sobre:

Como melhorar o sono durante o tempo seco

Dicas práticas para driblar o tempo seco e dormir melhor

Felizmente, existem medidas simples e eficazes para melhorar a qualidade do sono durante períodos de baixa umidade do ar. Algumas dessas soluções podem ser aplicadas com itens que você provavelmente já tem em casa, enquanto outras envolvem o uso de aparelhos específicos.

Manter a hidratação à noite

Antes de dormir, mantenha um copo d’água ao lado da cama. Isso evita que, caso acorde com sede ou com a garganta ressecada, você precise levantar-se e interromper o descanso. Beber água ao longo do dia também contribui para a manutenção da hidratação corporal, essencial para o bom funcionamento das vias respiratórias.

Bacia de água e toalha molhada

Um truque simples, mas eficiente, é colocar um balde de água no quarto com uma toalha molhada dentro. A evaporação da água aumenta a umidade do ambiente, aliviando sintomas como o nariz entupido e a garganta ressecada. É uma alternativa econômica para quem não possui umidificador em casa.

Umidificador de ar

Para quem prefere soluções tecnológicas, o uso de umidificadores de ar é uma excelente opção. Esses aparelhos regulam a umidade do ambiente e garantem o conforto respiratório necessário para uma boa noite de sono. Contudo, é importante verificar se o umidificador possui regulador de tempo para evitar que o ambiente fique úmido demais, o que pode trazer outros problemas.

Uso adequado do ar-condicionado

Durante as noites mais quentes, o uso do ar-condicionado é comum, mas ele pode deixar o ar ainda mais seco. Para minimizar esse efeito, especialistas recomendam que a temperatura do quarto fique entre 21°C e 23°C, faixa considerada ideal para o sono. Para equilibrar a  umidade, também vale a pena utilizar um balde com água no ambiente ou investir em um umidificador.

Soro fisiológico

Lavar as narinas com soro fisiológico antes de deitar ajuda a evitar o desconforto causado pelo nariz entupido. Existe também uma versão em gel, que oferece maior duração e pode ser encontrada em farmácias. Esse cuidado simples pode fazer uma grande diferença na qualidade do sono.

Como melhorar o sono durante o tempo seco

A importância de cuidar do sono

Garantir uma boa noite de sono vai além do simples descanso: ele é fundamental para a saúde física e mental. O sono de má qualidade pode afetar o desempenho no trabalho, a disposição para as atividades cotidianas e, a longo prazo, contribuir para o surgimento de doenças. Por isso, é crucial adotar medidas que melhorem o ambiente do sono, principalmente em épocas de clima seco, como no inverno ou em regiões áridas.

A baixa umidade do ar é uma condição que, infelizmente, muitas pessoas subestimam. Porém, ao entender seus impactos e ao aplicar as dicas simples mencionadas, você pode transformar a sua noite e, com isso, garantir mais saúde e bem-estar.

Por fim,

O tempo seco pode ser um inimigo do sono, mas há várias formas de amenizar os efeitos da baixa umidade do ar.

Desde pequenos ajustes no ambiente, como a colocação de baldes com água e toalhas molhadas, até o uso de umidificadores e hidratação constante, é possível criar um ambiente propício para um descanso restaurador.

Manter as vias respiratórias desobstruídas, evitar o ronco e cuidar da hidratação são passos importantes para atravessar as noites secas sem grandes incômodos. Ao seguir essas recomendações, você estará no caminho certo para noites de sono mais tranquilas e reparadoras, independentemente do clima.

 

FONTE: CULTURA ALTERNATIVA

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Os níveis extremamente baixos de umidade do ar têm desafiado o descanso dos brasileiros. Assim como dormir em quartos demasiadamente úmidos, repousar em ambientes muito secos dificulta a manutenção de um sono longo e reparador.

Segundo Alexandre Ordones, coordenador do Departamento de Medicina do Sono da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), embora durante o dia a umidade relativa do ar deva estar em pelo menos 70%, durante a noite esse percentual cai.

Para dormir, uma umidade entre 30% e 50% já é suficiente para o sono restaurador. Abaixo disso, surgem os desafios, a começar pelo nariz entupido.

“Quando as vias nasais estão congestionadas, ocorre uma espécie de respiração superficial, que atrapalha chegarmos ao sono profundo”, explica Ordones. Esse fator é ainda mais importante em pessoas que já têm problemas respiratórios como asma e bronquite.

Esse estágio também é chamado de sono restaurador, por ser o período ideal para sintetizar diversos hormônios e garantir uma recuperação do cérebro após o cansaço do dia. Caso esse nível não seja alcançado, a pessoa tende a despertar várias vezes durante a noite e, provavelmente, irá acordar com a sensação de cansaço.

Outra questão relacionada ao nariz entupido é que, para respirar melhor à noite, o mecanismo de defesa do corpo é abrir a boca para facilitar a entrada de ar. Esse processo provoca o ronco e pode gerar um quadro de apneia, por falta de oxigenação dos pulmões, que em casos extremos pode ser fatal.

Além disso, o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), lembra que o ronco pode incomodar o parceiro e levar a mais despertares durante a noite — em tentativas de mudar de posição para reduzir o barulho, por exemplo.

Soma-se ainda o fato de a boca aberta ressecar a garganta, podendo provocar a tosse, outro fator de quebra do sono. “O paciente pode ainda acordar para buscar um copo d’água na cozinha, que faz com que ele levante e ande”, acrescenta.

Copo com água
Para evitar essa ida à cozinha, os especialistas recomendam deixar um copo com água do lado da cama.

Balde com água e toalha molhada
Outra dica é manter um balde com água ou uma toalha molhada no quarto. A evaporação da água aumenta a umidade no ambiente, facilitando a respiração. “Tenho um paciente que decidiu instalar um aquário no quarto e melhorou muito a vida dele”, diz Ordones.

Umidificador
Investir em um umidificador de ambiente também é uma medida que ajuda a aliviar o desconforto pelo tempo seco, mas cuidado: é necessário verificar se ele tem um regulador. Essa ferramenta é responsável por desligar o equipamento em determinados intervalos de tempo, evitando que permaneça funcionando a noite toda.

Caso o umidificador não tenha essa função, é melhor desligá-lo enquanto estiver dormindo e, durante o funcionamento, mantê-lo longe da cama e das paredes, evitando o acúmulo de água nesses locais. Primeiro, para que o ambiente não fique úmido demais (o que também prejudica o sono) e, em segundo lugar, porque a umidade favorece o surgimento de mofo e ácaros prejudiciais à saúde, especialmente para quem tem alergia.

As fragrâncias que costumam ser utilizadas com o equipamento também merecem atenção, já que podem conter componentes alergênicos na sua fórmula.

Ar condicionado
O ar condicionado deixa o ar mais seco, mas essa não é a maior preocupação com o equipamento. Segundo Ordones, o problema no uso do ar condicionado está na velocidade do vento, que deve ser apenas a necessária para esfriar o quarto. Quanto mais forte o vento, mais o nariz irá ressecar.

O lado bom desse equipamento é que, com ele, é possível ajustar a temperatura entre 21 °C e 23 °C, melhor faixa para dormir. “Esse é o clima ideal para o cérebro sintetizar a melatonina (hormônio do sono) e fazer com que se durma mais profundamente”, ensina.

A dica dos especialistas é utilizar o aparelho somado à técnica do balde com água. “Também não é interessante umidificar demais esse ar, pois podem aparecer fungos no próprio filtro do ar condicionado, sendo espalhados pelo vento”, adiciona Mendes Júnior.

Quarto das crianças
Curiosamente, a temperatura ideal para a liberação do hormônio do sono nas crianças é um pouco mais alta, em torno de 25 °C. Fora esse ajuste, as dicas são as mesmas: utilizar copo com água, toalha molhada (longe do berço ou cama) ou umidificador (também afastado da cabeceira e das paredes).

Soro fisiológico
O soro fisiológico é um aliado nos dias mais secos, seja em inalações ou na lavagem do nariz. A lavagem deve ser feita com pouca pressão, para não causar microtraumas nos vasos internos do nariz, e com a cabeça levemente inclinada, impossibilitando que o líquido vá para os ouvidos. Veja aqui como realizar a lavagem nasal.

Mendes Júnior indica ainda o soro fisiológico em gel, encontrado em farmácias. “Ele vai grudar no seu nariz, então vai durar mais tempo e garantir essa umidade à noite”.

FONTE: TERRA

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Especialista do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, explica os sintomas de cada doença

Duas doenças causadas por vírus e bactérias estão entre as causas mais comuns de queixas dos brasileiros e trazem confusão devido a similaridade dos sintomas. Enquanto a amigdalite atinge cerca de 10 milhões de pessoas ao ano apenas no Brasil, a faringite alcança cerca de 15% dos adultos e 30% das crianças.

O que torna as doenças parecidas é o local da inflamação, visto que ambas atingem a garganta. “As duas doenças podem ser ocasionadas tanto por vírus quanto por bactérias. Ambas têm tratamento com antibióticos, se forem causadas por bactéria, ou anti-inflamatórios e analgésicos. E para serem diferenciadas precisam de uma avaliação com um otorrinolaringologista”, explica o médico otorrinolaringologista Diego Pizzamiglio, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina.

De acordo com o especialista, a amigdalite geralmente causa mais febre, enquanto a faringite mais dor ao engolir. A amigdalite também traz mais mal-estar, inclusive com possibilidade de dor de barriga, ânsia de vômito e dores no corpo. Já a faringite apresenta quadro de tosse, com dores na nuca e ouvido, além de incômodo na garganta e ao engolir.

“Na faringite também é mais comum a rouquidão, o que é pouco comum na amigdalite. Porém, a amigdalite tem pus visível e mau hálito”, completa Pizzamiglio. Na dúvida, ou em caso de qualquer sintoma, o especialista recomenda sempre procurar por um médico de confiança.

FONTE: BUSÃO CURITIBA

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O QUE ACONTECEU?

Umidade relativa do ar está entre 30% e 20% em Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Tocantins e partes do Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Rondônia. O recomendado é que a umidade fique entre 50% e 60%, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

Alerta é de grande perigo para 427 municípios de São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Há risco de incêndios florestais e à saúde (doenças pulmonares, dores de cabeça, etc), informou o Inmet. Alerta vale até as 17 horas de hoje.

Em uma faixa maior, que se estende do Paraná até o Piauí e Maranhão, há alerta de perigo potencial até amanhã às 19 horas. Neste caso, o risco à saúde é baixo, mas o Inmet recomenda a ingestão de líquidos e que as pessoas evitem a exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.

O que acontece com o corpo quando o ar está seco?

Quando o tempo está muito seco, o ar que entra no corpo acaba ressecando todas as mucosas por onde passa. Ou seja, ele rouba a umidade do nariz, da boca, da garganta e até dos tecidos que revestem os brônquios no pulmão, explicou o pneumologista João Marcos Salge, do Grupo Fleury.

Essa situação é preocupante sobretudo entre pessoas que já convivem com doenças respiratórias, como asma, rinite ou bronquite. Tosse e sangramento nasal estão entre as possíveis repercussões para esses grupos. É difícil falar em uma relação causal, isto é, que o tempo seco irá causar essas doenças, mas certamente é um gatilho para reações mais exacerbadas, esclarece o especialista.

Mesmo que não ocorra uma doença grave, o próprio desconforto de estar com tosse, a boca seca, a garganta ‘arranhando’ e o nariz sangrando já vale como alerta para tomar cuidados. – Pneumologista João Marcos Salge.

Prevenção

Para evitar todos esses desconfortos, a dica mais importante é beber bastante água. Esse é o jeito mais fácil de as mucosas voltarem a ficar hidratadas após a transferência de umidade para o ar seco que entra no corpo.

Usar soro fisiológico também é uma ótima pedida. A lavagem com o soro vai ajudar a umidificar a região nasal, explica o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO). Ainda de acordo com o médico, fazer inalação com o líquido beneficia a garganta e o pulmão.

O umidificador é uma alternativa à inalação, mas deve ser usado com restrições. O médico lembra que manter o aparelho ligado o tempo todo em um deve observar atentamente a fórmula dessas soluções, pois elas podem conter compostos alergênicos e piorar o desconforto. Outra sugestão rápida e fácil, lembram os especialistas, é colocar um balde com água ou uma toalha molhada no quarto, deixando-a evaporar pelo ambiente.

FONTE: UOL.

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Na última segunda-feira, 19, a Defesa Civil de São Paulo decretou estado de alerta para a capital paulista por conta do tempo seco. As previsões são de que, nos próximos dias, a cidade continue registrando baixa umidade do ar, com valores próximos ou até abaixo dos 30%. Esse valor é considerado “crítico”, aponta o pneumologista João Marcos Salge, do Grupo Fleury.

O médico explica que, ao chegar aos alvéolos pulmonares, a umidade do ar deve ser de 100%. Então, quando o tempo está muito seco, o ar que entra no corpo acaba ressecando todas as mucosas por onde passa – justamente para alcançar as condições adequadas. Ou seja, ele rouba a umidade do nariz, da boca, da garganta e até dos tecidos que revestem os brônquios no pulmão.

Essa situação é preocupante sobretudo entre pessoas que já convivem com doenças respiratórias, como asma, rinite ou bronquite. Tosse e sangramento nasal estão entre as possíveis repercussões para esses grupos. “É difícil falar em uma relação causal, isto é, que o tempo seco irá causar essas doenças, mas certamente é um gatilho para reações mais exacerbadas”, esclarece o especialista.

O ideal seria que a umidade do ar se mantivesse em cerca de 70%, segundo Otávio Piltcher, especialista da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) e presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR). “Quando a gente é submetido a um clima muito seco, a mucosa respiratória tem que conseguir funcionar plenamente. E nem todas as pessoas são capazes de fazer isso”, resume ele.

“Mesmo que não ocorra uma doença grave, o próprio desconforto de estar com tosse, a boca seca, a garganta ‘arranhando’ e o nariz sangrando já vale como alerta para tomar cuidados”, defende Salge.

Prevenção

Para evitar todos esses desconfortos, a dica mais importante é beber bastante água. Esse é o jeito mais fácil de as mucosas voltarem a ficar hidratadas após a transferência de umidade para o ar seco que entra no corpo.

Usar soro fisiológico também é uma ótima pedida. “A lavagem com o soro vai ajudar a umidificar a região nasal”, explica o otorrinolaringologista Paulo Mendes Junior, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO). Ainda de acordo com o médico, fazer inalação com o líquido beneficia a garganta e o pulmão.

O umidificador é uma alternativa à inalação, mas deve ser usado com restrições. O médico lembra que manter o aparelho ligado o tempo todo em um ambiente pode umidificar demais paredes e estofados, por exemplo, facilitando o surgimento de mofo e ácaros.

Salge acrescenta ainda que quem coloca líquidos com fragrâncias no umidificador deve observar atentamente a fórmula dessas soluções, pois elas podem conter compostos alergênicos e piorar o desconforto.

Outra sugestão rápida e fácil, lembram os especialistas, é colocar um balde com água ou uma toalha molhada no quarto, deixando-a evaporar pelo ambiente.

FONTE: ISTOÉ.

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Segundo um levantamento recente do Google, de 2023, ‘sinusite’ é uma das palavras mais buscadas na rede mundial de computadores, ocupando a sexta colocação na categoria ‘saúde’. Mas afinal, por que os brasileiros tem tanto interesse sobre a sinusite?

A sinusite crônica afeta aproximadamente 15% da população brasileira, sendo que crianças de até sete anos podem ter cerca de 10 crises ao ano. De acordo com o médico otorrinolaringologista Cássio Iwamoto, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, entender qual tipo da sinusite afeta o paciente é fundamental para o diagnóstico e tratamento correto.

“Sinusite, ou Rinossinusite, é uma condição em que existe inflamação do nariz e dos seios da face. Quando a inflamação é restrita apenas ao nariz, chamamos de rinite. Os principais sintomas da rinossinusite são obstrução nasal ou congestão nasal, dor facial ou na cabeça, secreção espessada e/ou amarelada, alteração de olfato, tosse, dor de garganta e eventualmente febre”, explica o médico.

As sinusites são classificadas como agudas ou crônicas com base no tempo de duração dos sintomas apresentados pelo paciente. “Quando os sintomas persistem por menos de três meses, chamamos de sinusite aguda. Já acima desse período, é considerada sinusite crônica”, explica.

A maioria dos casos de sinusite aguda é causada por viroses que afetam o nariz e a garganta, como resfriados, gripes e COVID-19. “Geralmente é aquela gripe mal curada, que persiste por mais de 10 dias”, diz. No entanto, a sinusite aguda pode se manifestar também com dor intensa e febre, durando mais de cinco dias. O diagnóstico é feito com base nos sintomas nasais, na duração dos sintomas e na endoscopia nasal.

“A sinusite aguda frequentemente está associada a uma infecção bacteriana. Por isso, geralmente antibióticos prescritos funcionam. Outras medicações, como corticoides nasais ou orais, analgésicos, lavagem nasal e, eventualmente, antialérgicos também fazem parte do tratamento. Raramente a cirurgia se faz necessária”, diz o especialista.

Já na sinusite crônica, os sintomas persistem por mais de três meses, quase continuamente, com poucos períodos de alívio. A endoscopia nasal geralmente revela inchaço na região de drenagem dos seios da face, secreção e presença de pólipos nasais.

“O tratamento da sinusite crônica começa com o uso de antibióticos, corticoides nasais e lavagem nasal. No entanto, uma grande parte dos pacientes não responde de forma satisfatória a essas intervenções. Nesses casos, a cirurgia é oferecida como uma opção, visando a cura ou um controle mais eficaz da condição. Para casos em que a cura completa não é alcançada, recomendamos a continuidade do tratamento com lavagem nasal, corticoides e antibióticos”, completa o Dr. Iwamoto.

FONTE: JORNAL ITAQUERA EM NOTICIAS.

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O Paraná está com alerta de perigo potencial para baixa umidade amanhã (sábado, 17). Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20% das 11h (onze da manhã) às 19h (sete da noite), por boa parte do estado. Pelo menos até quinta-feira (22) que vem, o tempo permanece quente e seco. Além disso, neste sábado (17), as temperaturas voltaram a subir e a onda de calor está em nível amarelo em todo o estado.  De acordo com o meteorologista da Climatempo, Guilherme Borges, o Paraná sofreu nesta semana com uma troca brusca de temperaturas. Apesar de comum no inverno paranaense, a condição do ar sofre também com as queimadas no centro-oeste e norte do Brasil, como explica o meteorologista.

Apesar de comum no inverno paranaense, a condição do ar sofre também com as queimadas no centro-oeste e norte do Brasil, como explica o meteorologista.

O calor somado à baixa umidade do ar podem contribuir com infecções no trato respiratório, como sinusites e otites, segundo o médico do Instituto Paranaense de Otorrinolaringologia, Paulo Mendes Junior.

Para cuidar da saúde, a recomendação do otorrinolaringologista é tomar bastante água e, quando necessário, fazer inalação.

No domingo (18), a onda de calor e ar seco continua, com temperaturas que podem atingir os 30ºC. Em Curitiba, a previsão é de máxima de 28ºC e mínima de 17ºC.

FONTE: Rádio Band News.

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Estudos nacionais e internacionais mostram que 60% dos seres humanos terão sangramento nasal pelo menos uma vez na vida. As maiores frequências são registradas em crianças com menos de 10 anos e em adultos com mais de 35.  No geral, os sangramentos nasais acontecem na parte da frente do septo, a qual separa as narinas. Somente 10% ocorrem na parte de trás do septo ou nas paredes internas do nariz.

 

Em crianças, os sangramentos são geralmente causados por traumas, enquanto em adultos, o uso de medicamentos como descongestionantes, antialérgicos e corticoides são o motivo em 20% dos casos. Outras causas comuns são mudança de clima – muito seco – alergias, desvio de septo, ar-condicionado, infecções virais ou bacterianas e até mesmo o hábito excessivo de cutucar a parte interna do nariz.  Doenças que afetam a coagulação do sangue também estão entre os desencadeadores.

 

Para o médico otorrinolaringologista Denilson Szkudlarek, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina, os jovens possuem uma característica que facilita os sangramentos. “Nos mais jovens existe uma região no septo anterior na qual há várias ligações entre artérias e veias que estabelecem uma comunicação entre si. Esses pequenos vasos podem romper, principalmente em épocas do ano de clima frio e seco, em pessoas que têm rinite ou alguma outra alteração no nariz, como desvio de septo. Estes vasinhos podem ocasionar o sangramento”, afirma o especialista. O médico alerta que este tipo de sangramento costuma ser repetitivo, sem muita gravidade, de pequeno volume e fácil de controlar apenas com compressão.

 

Segundo o médico, o sangramento nasal ganha na literatura médica o nome de epistaxe quando é na mucosa do nariz. Já rinorragia é o sangramento que se exterioriza pelo nariz. “Se a pessoa tem uma hemorragia e o sangue também saiu pelo nariz, isso é rinorragia”, explica. A maioria dos sangramentos nasais não precisam de tratamento médico, somente a compressão com firmeza entre asas nasais contra essa parte mais elástica do septo auxilia, usando o polegar e o indicador em forma de pinça durante 15 minutos, com a cabeça inclinada para frente. “Em pessoas que o sangramento perdura, é preciso procurar atendimento especializado”, completa o especialista.

FONTE: Portal G7.

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Assessoria – Lançado nesta terça-feira (30), um podcast desvenda a trajetória de Waltel Branco, um dos mais enigmáticos e plurais maestros da música brasileira. Em formato storytelling, a série de cinco episódios aborda as principais fases da vida e obra do músico, que transitou da bossa nova ao jazz fusion e que trabalhou com nomes que vão de João Gilberto a Tim Maia. O trabalho é assinado pelo jornalista Felippe Aníbal, com direção de Teo Souto Maior, editor da Banquinho Publicações. Acesse pelo Spotify

A série é um desdobramento do projeto “Waltel Branco – O maestro oculto”, que incluiu um livro biográfico, lançado em novembro do ano passado. Além de se valer da pesquisa e apuração do livro, o podcast inclui entrevistas gravadas por Aníbal com fontes diversas, incluindo músicos do naipe de Marcos Valle, Roberto Menescal, João Donato, Odair José e Tito Madi. O material também utiliza trechos de músicas para ilustrar os diferentes movimentos musicais em que Branco esteve inserido. A partir desta terça-feira, será publicado um episódio por dia, nas plataformas.

“Com a conclusão do processo de apuração do livro, percebemos que tínhamos entrevistas saborosíssimas e reveladoras. Pensamos que a melhor forma de disponibilizar esse material ao público seria por meio de um podcast que contasse não só a trajetória do Waltel, mas que também falasse sobre a evolução da música”, diz Aníbal. “As entrevistas em áudio têm a entonação, o jeito de a pessoa contar… A história fica com um molho diferente. Vale a pena ouvir”, acrescenta.

O podcast sintetiza a trajetória de Branco em cinco pilares: a infância e a formação como músico; a participação do músico na bossa nova e no mítico Beco das Garrafas; a contribuição decisiva do maestro para a consolidação de uma linguagem musical aplicada às telenovelas, na Rede Globo; a pluralidade de Branco como maestro em gravações de estilos diversos; e o retorno a Curitiba, após ter se consagrado mundo afora.

Editor do livro e diretor do podcast, Souto Maior observa que os produtos não são concorrentes, mas complementares. “Quem leu o livro vai se interessar pelo podcast, por ter a possibilidade de ouvir as músicas, de ouvir as entrevistas. E quem ouvir o podcast certamente vai querer ler o livro, que é muito mais profundo, que contempla muitas outras histórias e outras fases. O podcast acaba servindo como uma degustação saborosa de o que o público vai encontrar no livro”, aponta Souto Maior.

A série estará disponível gratuitamente nos principais tocadores, como Spotify, Apple Podcasts e Amazon Music. O projeto “Waltel Branco – O maestro oculto” foi realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura da prefeitura de Curitiba e da Fundação Cultural de Curitiba, com apoio do Hospital IPO, Centro de Diagnóstico Água Verde e Instituto de Oncologia do Paraná. O podcast tem edição de áudio e trabalhos técnicos de Luís Rolim e arte gráfica de Livia Shimamura.

FONTE: Mural do Paraná.

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De janeiro a agosto de 2023, o Brasil registrou quase meio milhão de pacientes hospitalizados por causa de pneumonia, em um gasto total de mais de R$ 378 milhões com serviços hospitalares, segundo o DataSUS.

A pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos como vírus, bactéria ou fungo ou pela inalação de produtos irritantes. Pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções, transfusão de sangue ou, no caso do inverno, ajudado pelas mudanças bruscas de temperatura. Toda infecção de vias áreas superiores, como gripe ou resfriado, pode ajudar a desenvolver uma pneumonia.

A gripe é uma infecção aguda do sistema respiratório, provocado pelo vírus da influenza, com grande potencial de transmissão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), ela é a maior responsável pelas mortes de crianças menores de 5 anos, com mais de 1 milhão em todo o mundo. Os sintomas mais comuns são tosse com secreção, febre alta de até 40°C, calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio do histórico do paciente, do exame clínico e de Raio-X do tórax.

“Gripes não curadas, ou tratadas de forma inadequadas, podem ajudar a desenvolver uma pneumonia. É inclusive uma das principais causas facilitadoras da doença”, informa o otorrinolaringologista Sérgio Maniglia, do Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia (IPO), maior referência do segmento na América Latina. “As complicações oriundas da gripe podem evoluir principalmente em indivíduos com doenças crônicas, idosos e crianças menores de dois anos, o que acarreta elevados níveis de morbimortalidade”, complementa o especialista.

Nos casos de gripe, ao apresentar os primeiros sintomas – como tosse, coriza, febre – é aconselhado não sair de casa em período de transmissão da doença, cerca de sete dias, com afastamento temporário do contato com outras pessoas até 24 horas após o término da febre. “A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra a gripe e suas complicações, principalmente mortes. O vírus da gripe muda muito e por isso a vacinação anual é necessária e a principal medida em conjunto com higiene geral”, finaliza o médico.

FONTE: Bem Paraná.

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