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O dia 26 de junho de 2010 mudou a vida de Picasso Rodrigues para sempre. Ele tinha 38 anos quando ficou gravemente ferido durante um assalto em Maringá, interior do Paraná. Foram vários dias no hospital e diversas cirurgias, até descobrir que carregaria no rosto marcas que tornavam difícil até se olhar no espelho. “Era como se eu tivesse perdido minha identidade e passado a ser um estranho para mim mesmo”, confidencia. E se a luta para realizar sonhos sempre foi grande, após as sequelas da agressão tudo ficou ainda mais complicado. 

Foi preciso ressignificar a vida e resgatar o desejo de infância de ser médico para encontrar forças. E com 45 anos, Picasso começou a cursar Medicina em Curitiba (PR). Foi ali, no estágio curricular em otorrinolaringologia no Hospital Universitário Cajuru, que conheceu médicos e residentes que deram esperança de mudanças para ele. “Foram esses profissionais que trouxeram um novo propósito para a minha vida: ser médico para devolver todo o bem que já recebi”, conta ele, que está no último período do curso na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Profissionais da esperança

Mais de 10 anos se passaram desde a agressão até a cirurgia que daria um novo rosto a Picasso. Tudo começou com alguns exames, em 2021, quando os médicos constataram que havia uma infecção nas placas e nos parafusos que sustentavam seu nariz. “Soube então que uma nova cirurgia seria capaz de reconstruir minha face e que essa cirurgia poderia ser feita no Hospital Universitário Cajuru, que é laboratório de ensino da PUCPR”, relata. Em janeiro de 2022, o paciente passou por mais uma cirurgia que, depois de nove horas, trouxe a oportunidade de recomeçar.

“A extensão do trauma facial havia causado uma divisão do esqueleto em diversos pedaços, levando a perdas na função e no desenho do rosto”, explica Gabriel Zorron Cavalcanti, médico responsável pela cirurgia em Picasso. Segundo o otorrinolaringologista, que atua no hospital com atendimento 100% via Sistema Único de Saúde (SUS), uma grande incisão precisou ser feita para acessar os ossos da face, realizar a junção das estruturas e moldar o nariz. “Na nova cirurgia, além da remoção das placas, foi necessária a reconstrução do nariz e do terço médio do rosto de Picasso com um material altamente compatível: a porção cartilaginosa de algumas costelas do próprio paciente”, explica o médico e, também, professor de Picasso.

Muitas vezes, na otorrinolaringologia, problemas funcionais e estéticos caminham juntos. “Ao falar em estética facial, pensa-se logo em cirurgias plásticas. Contudo, técnicas cirúrgicas também podem restaurar a autoestima e proporcionar bem-estar”, salienta o coordenador da Residência Médica de Otorrinolaringologia do Hospital Universitário Cajuru, Marco Cesar Jorge dos Santos.

A capacitação das equipes médicas e a estrutura hospitalar tornam realidade cirurgias complexas como a de Picasso. Desde abril de 2020, a parceria do Hospital Universitário Cajuru com o Hospital Paranaense de Otorrinolaringologia tem permitido avançar em procedimentos de alta complexidade nessa especialidade. “É um trabalho em conjunto, em que o maior objetivo é prestar um serviço de qualidade para a sociedade”, reforça Marco Cesar.

Novo rosto, nova vida

O que você vê quando se olha no espelho? O rosto é o passaporte para o mundo, é aquilo que somos e, também, como os outros nos veem. Antes, Picasso só via as deformações que impediam que ele se reconhecesse. Hoje, com 51 anos, ele vê no espelho uma pessoa cheia de sonhos e capaz de tudo. “Aprendi com a dor a colocar os pés no chão, e que nada é impossível. Não pude voltar a ser quem eu era, mas aprendi a fazer de quem eu sou, a melhor pessoa possível”, se emociona o estudante de Medicina.

A carreira médica é cheia de desafios e responsabilidades. Mas em meio aos obstáculos, a sensação de dever cumprido é combustível para continuar a caminhada. “Todos nós já passamos por problemas de saúde, e sabemos da importância de profissionais engajados na melhora do paciente. No final, servir e contribuir com a sociedade é o maior propósito da nossa profissão”, afirma o médico Marco Cesar.

E o bem se mostra contagiante. “Conseguiram me devolver algo que tinha perdido há muito tempo: a minha autoestima. Agora, quando coloco meu jaleco é como se houvesse uma transformação. Quero mostrar para as pessoas que tudo é possível e que para todo problema existe uma solução”, finaliza Picasso.

Fonte: Busão Curitiba

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Conhecida desde o século 19, a síndrome da boca ardenteainda gera um grande ponto de interrogação entreespecialistas. Sem saber sua causa e com difícil diagnóstico,a literatura médica aponta as mulheres como a maioriaafetada, mas a doença pode atingir os dois gêneros, variandode 3,9% a 7% da população em qualquer faixa etária,segundo estudos científicos recentes.

Não há exames específicos para identificar com clareza acondição. Por isso, o diagnóstico precisa ser feito porexclusão. Quando não restam outras possibilidades dedoenças para os sintomas, aponta-se para a síndrome.“É um quadro no qual os pacientes descrevem os sintomascom muita clareza, mas quando partimos para ainvestigação, não encontramos nada”, comenta LuisFrancisco Duda, otorrinolaringologista do Hospital IPO.

Sintomas incluem dor tipo queimação na mucosa oral e nalíngua, alteração no paladar, gosto mais amargo e metálicona boca e sensação de boca seca.“É como se a pessoa tivesse comido pimenta. A dor acabadiminuindo com alimentos frios. Em razão disso, é comumtermos relatos de pacientes que ficam chupando gelo paraamenizar a sensação”, comenta Duda, acrescentando que ador dura mais de quatro meses, não é intensa e costumaaumentar no decorrer do dia, piorando com alimentoscondimentados e quentes.

Mesmo com poucas informações a respeito da doença, asíndrome da boca ardente tende a afetar mais mulheresentre 55 e 60 anos, no período pós-menopausa. Segundo ootorrinolaringologista do IPO, há suspeitas de que asalterações hormonais nesse período da vida possam terrelação com o surgimento da ardência bucal.

O especialista também aponta que neuropatias e fatorespsicológicos costumam estar presentes quando odiagnóstico da síndrome é confirmado.“Há muitos casos nos quais é relatado um quadro deansiedade ou depressão, mas não temos como saber se sãoessas questões psicológicas que geram a ardência ou se é ocontrário”, afirma o médico.

Tratamento da síndrome – Para definir um tratamento, épreciso classificar a síndrome da boca ardente, sendo elaprimária – a que não tem causa ou motivo definido e exigediagnóstico de exclusão – ou secundária – oriunda de outradoença, como doença de Parkinson, síndrome de Sjögren,diabetes, hipotireoidismo ou até mesmo por conta dedeficiência de vitamina B12.

Para o tratamento, é necessário o acompanhamento deespecialistas, como otorrinolaringologistas ouestomatologistas, especialistas no diagnóstico das doençasda boca. Dessa forma, afirma Duda, é possível analisar operfil do paciente para estipular os próximos passos, vistoque não existe um único medicamento para curar o quadro,podendo ser indicados de antidepressivos e ansiolíticos aantioxidantes, passando por fitoterápicos e até mesmopsicoterapia. Aqui, vale uma das principais máximas daMedicina: “cada caso é um caso”.

Fonte: Gazeta 24 

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Para Alexandre Leprevost, autorda homenagem, médicos devem se pautar pelo comprometimento, coragem, ética eamor à profissão. A Câmara Municipal de Curitiba promoveu uma sessão solenenesta terça-feira (18) para comemorar o Dia do Médico. (Foto: Carlos Costa/CMC)

A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) promoveu,nessa terça-feira (18), uma sessão solene em homenagem ao Dia do Médico.

A cerimônia foi presidida pelovereador Tico Kuzma (PROS), atual presidente do Legislativo Municipal. Eleesclareceu que esse evento ocorreu de forma híbrida (presencial e online) noano de 2021, em função das limitações decorrente do combate à pandemia dacovid-19. “A maioria dos senhores e senhoras hoje presentes foram protagonistaspara que a cerimônia pudesse ser realizada de modo totalmente presencial”,disse Kuzma.

Kuzma foi o autor do projeto delei que instituiu o dia 1º de março como um momento de gratidão ereconhecimento aos profissionais da área de saúde que estiveram na linha defrente do combate à covid-19. A iniciativa da homenagem ao Dia do Médico(061.00035.2022) foi do vereador Alexandre Leprevost (Solidariedade),primeiro-vice-presidente da Casa. Além de Kuzma e Leprevost, compuseram a mesa:Alcides Oliveira, diretor do Centro de Epidemiologia, representando a senhoraBeatriz Nadas, secretária municipal de saúde; Nerlan Tadeu Gonçalves deCarvalho, presidente da Associação Médica do Paraná (AMP); doutora DoloresBustelo, médica radiologista; doutor Miguel Carlos Riella, médico nefrologista.Tico Kuzma também mencionou a presença de Roberto Hinça, ex-vereador emCuritiba por duas legislaturas

Saudação oficial

Alexandre Leprevost iniciou suasaudação declarando ser uma imensa alegria poder realizar a cerimônia em honraaos médicos, por ocasião da passagem da data comemorativa da profissão. Overeador lembrou que, no ano passado, a Câmara promoveu sua primeira sessãosolene presencial pós-pandemia justamente para comemorar o Dia do Médico:“Naquela ocasião, ainda tínhamos muito receio sobre como cumprimentar as pessoase até mesmo se seria o caso de usar a máscara ao ocupar a tribuna. Mas a sessãose realizou e foi marcada por muita emoção, pois relembramos dos desafios daluta diária contra a covid-19”.

Para Leprevost, como seriadolorido retomar essas lembranças, seu desejo era que a cerimônia realizadaeste ano fosse marcada pela palavra gratidão. “Gratidão aos médicos e a todosos profissionais de saúde que trabalharam e seguem trabalhando com dedicação”,afirmou o vereador. Ele também disse ter se surpreendido positivamente com anotícia de que, no dia anterior, Curitiba não tinha nenhum paciente internadocom covid, nem em UTIs nem em enfermarias, o que contrastava com a situaçãoregistrada em junho do ano passado, no auge da pandemia, quando 448 leitos deUTI estavam ocupados e parecia não haver esperança. “Mas a gente não desiste, agente acredita e tem esperança”, declarou Leprevost. Para ele, a ciênciarefletiu o comprometimento de todos os profissionais de saúde e todos puderamconstatar a luta contra o tempo para pesquisar e produzir uma vacina, com oobjetivo de manter baixo o número de casos ativos, evitar óbitos e salvarvidas.

“Aprendemos muito. Estamos maisconsciente e mais atentos. A luta que devemos manter de forma diária é a dacontinuidade dos cuidados médicos, do acompanhamento. Trata-se de uma luta quenão é só dos médicos, mas de todos”, reforçou o parlamentar. Leprevost aindalembrou que todos os vereadores têm direito a destinar recursos por meio deemendas parlamentares a entidades que promovam ações em prol da coletividade.Ele ressaltou que encaminhou a maior parte dos valores sob sua administração aocampo da saúde: “Tive a honra de liderar uma emenda coletiva que destinourecursos ao hospital Erasto Gaertner, ao Erastinho, e agradeço publicamente atodos os vereadores que participaram.”

 Ele também anunciou que ainda no mês deoutubro irá apresentar um projeto de lei para promover a conscientização sobreo diabetes em escolas das redes pública e privada. De acordo com Leprevost, oprojeto foi elaborado em parceria com especialistas da área, entre eles adoutora Luciana Muniz Pechmann. “Acredito no poder da educação e sei que ossenhores ora homenageados escolheram uma profissão que prioriza a vida, a saúdee o bem-estar da população. Cada área possui suas características próprias, maso exercício sempre deve se pautar pela coragem, ética, comprometimento e amor àprofissão”, disse Leprevost, que concluiu exaltando os profissionais que derama própria vida no combate à pandemia e deixou sua homenagem a todos que, comoele, perderam familiares e amigos.

Agradecimento Alcides Oliveira,diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde,manifestou-se em nome da secretária Beatriz Nadas. Para ele, a medicina mesclavalores técnicos e humanos: “Cabe ao médico entender as necessidades dopaciente”. Ele agradeceu em nome da secretaria a integração dos profissionaistanto da rede pública quanto da rede privada em torno da luta contra acovid-19.

Nerlan Tadeu Gonçalves deCarvalho, presidente da Associação Médica do Paraná, agradeceu à Câmara pelahomenagem: “São profissionais que acolhem, tratam e cuidam das pessoas. tantoem relação aos seus problemas físicos quanto, em alguns casos, às suasnecessidades emocionais”. Ele lembrou que esteve na Santa Casa de Misericórdia,local que, em homenagem ao Dia do Médico, foi inaugurada uma exposição de fotosda doutora Maria Falce de Macedo, primeira médica formada no Paraná, no ano de1919: “Numa época em que a sociedade era totalmente dominada pelos homens, elacertamente enfrentou dificuldades e empecilhos, mas seguiu em frente, abrindocaminho para que qualquer mulher hoje consiga graduar-se e atuarprofissionalmente como médica.”

Dolores Bustelo, médicaradiologista, agradeceu em nome de todos os profissionais homenageados. Paraela, a sessão solene demonstrou o respeito aos profissionais da medicina e aospacientes. “Entre os homenageados, encontramos muitas especializaçõesdiferentes, mas todas têm um ponto em comum: o paciente, seja ele adulto ou pediátrico”,disse a médica. Ela também ressaltou a boa convivência entre o poder público eas entidades representativas de cada especialidade, como a Associação Médica doParaná. Para ela, a prioridade atual é colocar em dia os calendários vacinaisde adultos e crianças, as consultas, os exames e os diagnósticos de rotina. Elaressaltou a importância dos pediatras, em especial no atendimento pelo SistemaÚnico de Saúde (SUS) e também do Outubro Rosa. “Como radiologista, ressalto arelevância da mamografia, para que esse exame esteja disponível a todas asmulheres”, disse Bustelo.

Data Cristã

Também se manifestou o doutorMiguel Carlos Riella, que destacou, de início, a variedade das especializaçõesexercidas pelos médicos homenageados pela Câmara. Riella lembrou que o Dia doMédico (18 de outubro) é uma data cristã e se refere a São Lucas, médiconascido no século I depois de Cristo: “Há controvérsias sobre se a data dizrespeito ao nascimento ou à morte do santo, mas, de qualquer forma, nessa mesmadata, em 1463, tiveram início as atividades da Universidade de Pádua.”

De acordo com Riella, nem todosos países comemoram o Dia do Médico nesta data. “Nos Estados Unidos, porexemplo, o Dia do Médico é comemorado em 30 de março, data que lembra arealização, em 1842, da primeira anestesia geral. No Canadá, a data se comemoraem 1º de março, data que em que nasceu a doutora Emily Stowe, a primeira mulhermédica daquele país. Então, cada país segue uma tradição diferenciada no quediz respeito ao Dia do Médico”. “No Brasil”, salientou Riella, “a data de 18 deoutubro faz referência ao doutor Eurico Branco Ribeiro, paranaense deGuarapuava e que se formou em Medicina pela Universidade de São Paulo”.

Riella destacou que quando aindanão havia vacina para a covid-19 e ainda não se sabia quais seriam osprocedimentos adequados para tratar os pacientes acometidos da doença, osprofissionais se expuseram e muitos perderam a vida: “Muito se discutiu sobre avalidade de determinadas medicações no combate à pandemia, mas vale lembrar osensinamentos de Hipócrates, o ‘pai da medicina’, homem que separou a medicinada magia e das crenças, fundando os alicerces da medicina racional ecientífica. Além disso, Hipócrates também deu um sentido de dignidade àprofissão médica, estabelecendo as normas éticas que devem nortear as condutasdos profissionais, tanto no exercício profissional, quanto fora dele.”

Homenageados

Ademir Antonio Schuroff,ortopedista e traumatologista, mestre em cirurgia, membro sócio da SociedadeBrasileira de Quadril, chefe do serviço de ortopedia e traumatologia doHospital Universitário Cajuru e diretor do Hospital Marcelino Champagnat;Alexandra Castro Goetze, dermatologista e cirurgiã dermatológica, preceptora decirurgia e cosmiatria do Hospital Evangélico Mackenzie; André Vianna,endocrinologista, doutor em Ciências da Saúde pela PUC-PR, pesquisador ediretor do Centro de Diabetes de Curitiba, presidente da Sociedade Brasileirade Diabetes e membro titulado da Sociedade Brasileira de Endocrinologia eMetabologia; Andressa Miguel Leitão, especialista em medicina interna e emendocrinologia e metabologia pela UFPR, mestre em Ensino nas Ciências da Saúde,professora do curso de medicina das Faculdades Pequeno Príncipe, médicapesquisadora e diretora clínica do Centro de Diabetes Curitiba; Ângela ReginaNazário, especialista em endocrinologia e metabologia, mestrada em MedicinaInterna pela UFPR, professora de endocrinologia e metabologia da FEMPAR,professora de clínica médica da Universidade Positivo e presidente do Institutoda Pessoa com Diabetes do Paraná; Antônio Pazzini, cardiologista, coordenadormédico do setor de urgência e emergência e subinvestigador no Departamento deEnsino e Pesquisa do Hospital Angelina Caron; Arthur Schmitt, oftalmologistacom mestrado e doutorado pela UFPR, com especialização no Instituto de Olhos daUniversidade de Miami; Camila Hartmann, especialista em clínica médica ecardiologia, mestre e doutora em Ciências da Saúde, professora da Escola deMedicina da PUC-PR e médica de qualidade e cardiologista dos hospitaisMarcelino Champagnat e Universitário Cajuru; Carlos Augusto Moreira Neto,oftalmologista especialista em retina e catarata, doutor em oftalmologia,fellowship em retina e mestre em cirurgia, coordenador da residência em oftalmologiado Hospital de Olhos do Paraná, diretor do Instituto Professor Moreira eprofessor de oftalmologia da Universidade Positivo; Cezar Henrique GomesFeitosa, médico na Divisão de Saúde Ocupacional da Câmara Municipal de Curitibae médico da rede Unimed; Diego SherlonPizzamiglio, com especialização pela UNESP, médico otorrinolaringologista efellowship do Hospital IPO; Dirceu Seiler Barbosa Neto, radiologista,especialista em imagem cardiovascular, diretor do serviço de imagemcardiovascular dos hospitais Nossa Senhora das Graças, Angelina Caron eHospital do Exército, presidente da telerradiologia, fellowship de imagemcardiovascular no Hospital Geral da Universidade de Harvard, com livro sobre otema publicado nos Estados Unidos; Dolores Bustelo, radiologista da ClínicaCETAC, presidente da Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem doParaná, membro honorário da Sociedade Americana de Radiologia Pediátrica,coordenadora da radiologia pediátrica do Colégio Brasileiro de Radiologia emembro da Comissão Científica da Sociedade Paranaense de Pediatria; EduardoLeal Adam, cardiologista pelo Instituto do Coração da Faculdade de Medicina daUSP e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, doutor em cardiologia pelaUniversidade de São Paulo e coordenador da residência médica de cardiologia doHospital de Clínicas da UFPR; Emerson Cestari Marino, endocrinologista doHospital Nossa Senhora das Graças e do Centro de Diabetes Curitiba, integra asdiretorias regionais, departamentos e comissões nacionais da SociedadeBrasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade Brasileira deDiabetes; Flora Watanabe, pediatra e oncologista pediatra, especialista pelaSociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, coordenador da equipe deoncologia e presidente do Comitê de Bioética, clínica do Hospital PequenoPríncipe, membro do Comitê Científico da Associação Paranaense de Apoio àCriança com neoplasia, participante de protocolos nacionais e internacionais detratamento de neoplasias pediátricas, representada por Rodrigo Bonfim,coordenador de relações institucionais do Hospital Pequeno Príncipe; GilsonAntonio Yared, cardiologista do Hospital INC, fundador e diretor da ClínicaFISICOR; Gustavo Franklin, neurologista pelo Hospital de Clínicas da UFPR,membro titular da Academia Brasileira de neurologia, doutor em medicina Internae Ciências da Saúde, pós-graduado em dor e professor da Escola de medicina daPUC-PR; Jeferson Puppi Wanderley, mestre em pediatria, pós-graduado em saúdepública e especialista em neonatologia pela Sociedade Brasileira de Pediatria,especialista em medicina intensiva pediátrica e médico pediatra da UTI neonatalda Maternidade Curitiba; José Luiz Takaki, cirurgião geral e cirurgião plásticoe de microcirurgia, especialista e membro titular da Sociedade Brasileira deCirurgia Plástica, membro titular da Sociedade Brasileira e da SociedadeInternacional de Queimaduras; Jurandir Marcondes Ribas Filho, presidente daAcademia Paranaense de Medicina e vice-presidente da Associação Médica Brasileira,professor da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná e diretor depós-graduação do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva; Leo Francisco LeoneJunior, formado em ginecologia, especialista em mastologia pelo InstitutoNacional do Tumor em Milão e membro da Sociedade Brasileira de Mastologia;Leonardo Mugnol, ortopedista e traumatologista, especialista em cirurgia do pée tornozelo pela UFPR, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia eTraumatologia, membro titular da Associação de Medicina e Cirurgia do Tornozeloe Pé, integrante do Corpo Clínico do Serviço de Ortopedia do Hospital MarcelinoChampagnat, Ortopedia Sete, Orthofit e Eco Ortopedia; Luciana Muniz Pechmann,endocrinologista pesquisadora e diretora clínica do Centro de Diabetes deCuritiba, mestre e doutoranda em medicina Interna pela UFPR; Luiz OtávioMaddalozzo, médico neurocirurgião com 12 anos de especialização na Alemanha,especialista em neurocirurgia cerebral, da coluna e pediátrica na ClínicaMadalozzo de Neurocirurgia; Manoel Augusto Ribas Cavalcanti, cirurgiãoplástico, membro titular e especialista da Sociedade Brasileira de CirurgiaPlástica, acadêmico titular da Academia Paranaense de Medicina, diretor médicoda Clínica de Cirurgia Plástica Cavalcanti, membro de diversas sociedadesinternacionais; Maurício Sallum, ortopedista e traumatologista, membro daSociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; Mauro Yukio Tamessawa,infectologista com mestrado em Medicina Interna pela UFPR, professor de ClínicaMédica e Infectologia da Universidade Positivo; Miguel Carlos Riella, doutor emnefrologia e fundador e presidente da Fundação Pró-Renal Brasil, membro titulardas Academias Paranaense e Medicina e Nacional de Medicina, autor de diversoslivros, com destaque para “Princípios de nefrologia”, utilizado há 42 anos nasescolas de medicina do Brasil; Murilo Santos, ortopedista e traumatologista,especialista em ortopedia e traumatologia pela Associação Médica Brasileira deOrtopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho,membro da Sociedade Internacional de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e MedicinaEsportiva Ortopédica (Isakos); Paula Virginia Michelon Toledo, infectologistaespecializada pela Sociedade Brasileira de Infectologia, mestre e doutora emMedicina Interna, atua em clínicas públicas e privadas para tratamento de HIVno estado do Paraná, professora de infectologia da PUC-PR, preceptora daresidência em infectologia do Hospital Nossa Senhora das Graças; Pedro AndréKowacs, neurologista, pós-graduado em medicina interna, médico pela FundaçãoFaculdade Federal de Medicina de Porto Alegre, membro da Academia Brasileira deNeurologia e fellowship da Academia Americana de neurologia, neurologista noComplexo Hospital de Clínicas da UFPR, onde coordena os setores de cefaleia edor e também residência médica em dor, epileptologista, eletroencefalografistasênior e chefe do serviço de neurologia do Instituto de Neurologia de Curitiba;Ricardo Takashima, oftalmologista graduado pela Universidade Positivo; Romão Youssef,especializado em cirurgia plástica em Barcelona, com especialização em cirurgiaplástica facial em Paris, CEO do Grupo RY de Cirurgia Plástica; Rubens CelsoMiecznikowski, cirurgião plástico e oncológico, possui 20 anos de experiênciaem grandes hospitais de São Paulo, como Einstein, São Luiz, Nove de Julho,Sírio-Libanês, Instituto do Câncer e Hospital Defeitos da Face; Rui BocchinoMacedo, médico do trabalho e clínico geral, médico da UFPR, trabalha no ParanáClínicas, Hospital São Lucas e na empresa Stellantis Fiat, professor demedicina do trabalho da UTFPR, PUC-PR e UNIPAR; Sabrina Leticia Zeglin NicolauCavalli, oftalmologista, especialista em catarata e doenças da córnea,professora de cirurgias no Hospital de Olhos do Paraná, realiza atendimentos ecirurgias de catarata pelo SUS há dez anos; Tsukiyo Kamoi, pediatra, alergistae imunologista, mestre em pediatria, vicepresidente da Sociedade Paranaense dePediatria; Vanessa Watanabe Liberalesso, mestre em ciências da saúde,especialista em neonatologia, nutrologia e terapia nutricional parenteral eenteral, presidente do Departamento Científico de Suporte Nutricional daSociedade Paranaense de Pediatria; e Victor Miecznikowski, formado pelaUnioeste, cirurgião plástico e “fellowship” em rinoplastia.

Fonte: Câmara Municipal de Curitiba

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Mais da metade dos brasileiros relatam sentir dificuldadespara dormir, segundo dados do Instituto do Sono,apresentados em 2021. 68,8% dos participantes do estudoafirmaram não conseguir descansar de forma satisfatória,enquanto 59,4% disseram acordar ao menos duas vezes pornoite.

As causas, que precisam ser sempre investigadas por umespecialista, são as mais diversas, de estresse a um ambienteinsatisfatório para o sono (quarto muito claro e barulhento,por exemplo), passando pelo encaixe ruim dos dentes porconta de alterações de crescimento dos maxilares. Nesseúltimo caso, o ajuste mais adequado da maxila (maxilarsuperior) e mandíbula (maxilar inferior), possível por meio dacirurgia ortognática, que remodela esses ossos da face, podeser a solução.

“Os ossos são reposicionados seguindo parâmetros bemdefinidos para melhorar a estética da face e o encaixe dosdentes, promovendo a adequação da via aérea para melhorado ronco e do sono”, explica o otorrinolaringologista GabrielZorron Cavalcanti, cirurgião cranio-maxilo-facialdo Hospital IPO. 

Outros benefícios da cirurgia ortognática são a melhora nafala, na mastigação e na articulação temporomandibular,responsável pelo movimento de abrir e fechar a boca, fatoresque impactam também a autoestima e confiança dospacientes.

Antes da cirurgia, o paciente passa por uma série de exames,análises e estudos junto ao ortodontista e cirurgião crâniomaxilo-facial.Nessa fase, é preciso tirar as medidas do rostoe realizar exames como radiografia e tomografiacomputadorizada da face e escaneamento digital dasarcadas e do rosto.

Todos os resultados são avaliados por um software paraanálise dentofacial e esquelética, o que garante maiorexatidão no processo. Os recortes ósseos são posicionadosvirtualmente e permitem ao cirurgião checar as mudançasem tempo real, com guias confeccionadas em resinaautoclavável por uma impressora 3D de alta precisão. Afixação das placas e parafusos de titânio biocompatíveis comos ossos da face também conta com enxertos substitutosósseos, posicionados nos espaços criados para diminuir otempo de cicatrização.

“A equipe do Hospital IPO é habilitada para a realização dachamada ‘cirurgia ortognática minimamente invasiva’. Alémde precisos, os procedimentos menos agressivos permitemque o paciente tenha alta em menos de 24 horas”, comentaCavalcanti.

O cirurgião ainda recomenda que as orientações pósoperatórias, como utilização dos elásticos ortodônticos,devem ser seguidas com rigor para garantir os melhoresresultados.

Fonte: Paraná Shop

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Crises alérgicas se acentuam na primavera e a razão está na própria natureza. A concentração do pólen das gramíneas no ar durante a estação pode ser até 10 vezes maior do que nas outras épocas do ano. É essa poeira invisível que, em contato com as mucosas, causa a reação inflamatória que atinge olhos, nariz e garganta, fenômeno chamado de “polinose”.

Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) indicam que 22% das crianças do Sul do Brasil possuem sensibilidade ao pólen e 25% dos adultos da região têm alergia a esses pequenos grãos, responsáveis pela manutenção da variabilidade genética das espécies.

“A polinose no Sul do país é um agravante para as doenças respiratórias”, explica o médico Flávio Massao Mizoguchi, do Centro de Rinite do Hospital IPO. “As manhãs mais secas da primavera são as piores para quem sofre de rinite, sinusite e asma, porque é quando há mais pólen espalhado pelo ar”.

A doença pode ser constatada pelos sintomas característicos: espirros; olhos e nariz irritados; coceira no nariz, garganta e olhos; tosse frequente; e coriza. O autodiagnóstico e automedicação, contudo, não são indicados. O recomendado é sempre consultar um médico especialista, capacitado para identificar corretamente a doença e indicar o melhor tratamento.

Muito além da polinose

Além da polinose, 30% dos brasileiros têm algum outro tipo de alergia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A rinite alérgica, segundo a entidade, pode ser considerada a enfermidade de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas — atinge até 25% da população em todo o mundo — e está entre as 10 razões mais frequentes de atendimento primário à saúde.

O DATASUS mostra que há 20 milhões de asmáticos no Brasil, doença que não tem cura, mas pode ser controlada. Trata-se de uma das enfermidades crônicas mais comuns, que atinge adultos e crianças e é uma das causas mais significativas de absenteísmo – ausência prolongada e/ou repetida de colaboradores em empresas – e de faltas escolares.

Já a sinusite afeta uma em cada oito pessoas em todo o planeta, de acordo com a Academia Americana de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço (AAO-HNSF, na sigla em inglês) e é a quinta causa mais frequente de consumo de antibióticos.

Como se prevenir?

Manter as janelas fechadas pela manhã em dias secos e de muito vento ajuda a diminuir a entrada de pólen em casa. Por isso, é importante cuidar para que o ambiente interno esteja sempre limpo, livre de poeira e ácaros, elementos que desencadeiam e intensificam as crises alérgicas. Para minimizar os efeitos do fenômeno, soro fisiológico para limpar a fossa nasal e colírio para aliviar irritação nos olhos são recomendados.

Pessoas que possuem graus mais elevados de alergia podem usar máscaras de proteção, mas é preciso ficar de olho nos modelos.

“Máscaras N95 e PFF2 são as que filtram melhor, mas podem dificultar a respiração. Já as máscaras sintéticas podem causar alergia de pele em algumas pessoas”, explica Mizoguchi.

Fonte: Bem Paraná

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Poeira, pelos de animais e mudanças de temperatura são apenasalguns dos vários gatilhos que podem acionar uma crise entre pessoas que sofremde rinite alérgica. A condição não tem cura e seus sintomas normalmente sãoaliviados com uso pontual de medicamentos antialérgicos – mas, para quem temmuito incômodo, há uma alternativa ainda pouco conhecida: a vacina para rinite.

Como funciona a vacina contra rinite alérgica?

Conforme explica Renata Becker Xavier, otorrinolaringologista do Hospital IPO(Insituto Paranaense de Otorrinolaringologia), a vacina para rinite, apesar depouco conhecida, é um método efetivo para a redução dos sintomas do problema,especialmente quando não é possível afastar completamente o agente causador daalergia.

De acordo com a médica, o imunizante faz com que o organismoaumente a produção de anticorpos contra o causador de alergia. Desta forma,quando houver contato com o patógeno, a reação diminuirá. Além de auxiliar nocombate à rinite, a vacina também pode ser utilizada em casos de asma e notratamento de alergias de pele.

Consideradauma ferramenta terapêutica, a vacina antialérgica é personalizada e produzidade acordo com os fatores alergênicos e intensidade da doença no paciente. Porisso, é de extrema importância a consulta com um especialista de confiança,explica Renata.

O tratamento com o imunizante dura três anos e, após o seu fim, épossível ter resposta positiva por até sete anos. A vacina é sublingual, podeser administrada em casa pelo próprio paciente e, em geral, é usada três vezespor semana.

Segundoa especialista, se a paciente que já está no processo do uso das vacinasengravidar, o tratamento não precisa ser interrompido e o feto pode desenvolverimunidade à alergia também.

Os pacientes que têm interesse no tratamento precisam procurar umotorrinolaringologista para ter o diagnóstico correto. Em seguida, o pedido deelaboração das vacinas será encaminhado a laboratório confiável para fabricaçãoe uso.

Fonte: Blog Tá Saudável?

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Temperaturas mais baixas demandamcuidados extras com a saúde, especialmente porque para se proteger do frio aspessoas permanecem por mais tempo em ambientes fechados, com pouca circulaçãode ar, o que facilita a contaminação por diversas enfermidades. Uma dessasdoenças é a conjuntivite, inflamação da membrana que reveste a parte da frentedo globo ocular e o interior das pálpebras e causa bastante incômodo.

Mas para saber qual é otratamento correto, primeiro é preciso identificar qual é o tipo de conjuntiviteque está acometendo o paciente: viral, bacteriana ou alérgica. A primeira é amais comum e a menos grave. Os sintomas são vermelhidão e irritação ocular,secreção e sensibilidade à luz. O tratamento costuma ser parecido com o de umagripe, quando são receitados medicamentos para que os sintomas não incomodemtanto.

 Raramente, ocorrem algumas complicaçõesque podem comprometer a qualidade visual. Por isso, na vigência de um olhovermelho com ausência de melhora, é importantíssimo consultar um oftalmologista,afirma Michel Rubin, médico especialista do Hospital IPO.

 Já a conjuntivite bacteriana, embora maisrara, é bem mais grave. Os sintomas são os mesmos da viral, mas agravados. Hámais secreção e irritabilidade, além da dificuldade de olhar para qualquerponto luminoso. Nesse caso, o tratamento deve ser feito com um antibióticoindicado pelo médico.

Por último, a conjuntivitealérgica tem como principal sintoma a coceira, mas também apresenta vermelhidãoocular, irritabilidade e lacrimejamento. O tratamento depende do grauconstatado, mas normalmente é possível resolver o problema com um antialérgico.Caso o paciente esteja com sintomas muito acentuados, corticoides e atéimunossupressores podem ser indicados.

Como os sintomas dos três tiposde conjuntivite são muito parecidos, é de extrema importância que o pacienteagende uma consulta com um oftalmologista para identificar qual é o seu quadroe seguir o melhor tratamento. Segundo Rubin, pode haver complicações se otratamento não for realizado corretamente.

Muitas vezes, aconjuntivite é menosprezada, mas é preciso reforçar que qualquer uma delas podelevar a complicações e afetar a visão, acrescenta o oftalmologista doHospital IPO.

Para evitar a transmissão,recomenda-se: evitar locais fechados e aglomerações; lavar as mãos comfrequência; e não compartilhar toalhas e roupas de cama.

Fonte: Acesse

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A capital paranaense recebeugrandes nomes da otorrinolaringologia e cirurgia plástica brasileira e internacionalpara a realização do 1º Congresso Brasiliero de Rinoplastia | 1º CongressoLatino Americano Híbrido. O encontro Congresso teve como foco a troca detécnicas e conhecimento científico sobre a quarta cirurgia plástica maisrealizada no mundo inteiro. Os dados são da última pesquisa desenvolvida pelaSociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS).

“O número de indicações para oprocedimento de rinoplastia teve um aumento importante na última década, porisso, se fez importante a união das duas especialidades que mais executam estacirurgia. O momento se torna ainda mais especial neste período de retomada degrandes eventos, pois os médicos podem se reunir para trocarem experiências”,explica Caio Soares, otorrinolaringologista do Hospital IPO que coordena ocongresso junto ao Prof. Dr. Marcos Mocellin.

O médico especialista emcirurgias da face, Frederico Keim, foi um dos mais de cem palestrantes reunidosnos três dias de evento. Sua apresentação teve como tema as vantagens do uso doRoacutan no pós-operatório da rinoplastia. “Escolhi elucidar sobre este tema nocongresso porque poucas pessoas sabem os benefícios deste medicamento. ORoacutan auxilia no processo de fibrose e resulta em um efeito final maisrefinado”, conta o profissional.

Um dos representantesinternacionais do evento é o otorrinolaringologista Héctor Céspedes. Oparaguaio expõe que a troca de conhecimentos entre os países é necessária parao crescimento de ambos. “O Brasil tem muita experiência em cirurgias de rinoplastiae possui ótimos profissionais. Já o Paraguai pode mostrar de que maneira estátrabalhando no país vizinho ao mesmo tempo que podemos nos atualizar sobre astécnicas brasileiras. Compartilhar ideias e estar em constante aprendizado éimprescindível”, comenta.

Ambos eventos foram promovidospela Sociedade Brasileira de Rinoplastia, com o apoio do Núcleo de Ensino ePesquisa do Hospital IPO (NEP) e da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica,assim como da Fundação Otorrinolaringologia e (ABORL CCF) Associação Brasileirade Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico Facial.

Expositores apresentam novidades

Além das palestras queaconteceram na última semana, também houve a participação de expositores noevento. Eles apresentaram aos médicos e interessados, uma gama de produtos einovações acerca da rinoplastia. Entre as marcas presentes estiveram: ThiemeRevinter, Medical Center, Doctor VIP, Argos Health Group, dOne 3D, Mauro CastroMotion Designer, Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM), R-Crio,BlinMed, NEP do Hospital IPO, Eco Medical Center e UniCred.

O sócio-proprietário da ArgosHealth Group, Marcos Rodrigo Stulp, explica que o congresso foi a ocasião idealpara apresentar novos materiais para a comunidade médica, seus principaisclientes. A empresa comercializa itens descartáveis importados da Turquia paraauxiliar na cirurgia de rinoplastia.

Por sua vez, James Giacomassi,CEO da BlinMed, mostrou que o uso de células-tronco podem ser usadas naregeneração das células do nariz e em diversas outras áreas da medicina. Dentrodeste campo existe a parceria entre BlinMed, R-Crio , Hospital IPO, NEP e EcoMedical Center, que se uniram para criar o Centro de Referência em Coleta ePesquisa de Células Tronco.

Fonte: Jornale.com.br

Confira algumas fotos do evento (Clique para acessar):

Confira algumas fotos do evento (Clique para acessar):

Auditório Bourbon

Auditório Bourbon

Sala All Seasons

Backdrop Recepção 

Jantar Congressistas

Happy Hour Palestrantes

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Em 2022, procedimento liderou, pela primeira vez, rankingda Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética(Isaps)Ter o nariz “perfeito” é um dos motivos que levam pacientesa buscar atendimento médico para realizar a rinoplastia,procedimento cirúrgico que remodela a estrutura nasal,tanto a parte óssea quanto a cartilaginosa. Mas segundo umestudo publicado na revista científica Plastic ReconstructiveSurgery, que avaliou os efeitos do procedimento na funçãoolfatória pós-operatória, os pacientes que realizaramcirurgias nasais apresentaram melhorias significativas noolfato, fluxo de ar nasal e qualidade de vida.

Otorrinolaringologista do Hospital IPO, referência emouvido, nariz e garganta, Gislaine Patricia Coelho comentaque a rinoplastia é feita com o objetivo de melhorar aestrutura nasal. Para além da questão estética, portanto, acirurgia pode ser indicada para casos em que o pacienteapresenta má-formação congênita, pós-trauma nasal eobstrução nasal por insuficiência de válvula nasal, entreoutras condições.

Gislaine ressalta que ainda que a rinoplastia seja oprocedimento mais conhecido popularmente quando oassunto são cirurgias do nariz, pacientes também podemrealizar a septoplastia, indicada para pessoas com desvio desepto. Apesar de serem cirurgias diferentes, podem serrealizadas de forma conjunta a depender do caso. Aoperação se chama septorrinoplastia.

“Um paciente que apresenta queixas estéticas e tambémpossui desvio de septo pode realizar uma septorrinoplastia ecorrigir os dois problemas. Mas se a pessoa não desejamodificar a aparência do nariz e também não possuinenhuma alteração estrutural nasal que traga dificuldadepara a respiração, não há a necessidade de se submeter auma rinoplastia, apenas à septoplastia”, explica a médicaotorrinolaringologista.

A especialista pontua que, após passar pela septoplastia, éimportante que o paciente fique atento aos sinaisrelacionados à qualidade respiratória. Caso não haja melhoramesmo após o procedimento, pode ser necessário realizaruma rinoplastia.

“Recomendamos que os pacientes que já fizeram a cirurgiade desvio septal mas ainda mantêm obstrução nasalprocurem um médico para serem reavaliados, para que sejafeita uma análise da estrutura nasal como um todo. Épossível que haja algo na estrutura que possa ser mudadocom cirurgia estética e vá ser muito significativo paramelhorar a respiração”, destaca Gislaine.

Outro critério que deve ser levado em conta para consideraruma cirurgia no nariz é a dificuldade para respirar mesmo emsituações de normalidade – sem ser após a realização deexercícios físicos, por exemplo – e até a presença do roncodurante o sono.

Fonte: Acesse

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Após dois anos em que a máscara facial foi uma medida obrigatóriapara evitar a disseminação do novo coronavírus, o governo do Paraná e aPrefeitura de Curitiba decretaram, no final de março, o fim da obrigatoriedadede uso do item em ambientes fechados. Cerca de duas semanas depois, clínicas ecentros odontológicos da capital paranaense já começam a sentir o impacto damedida, com aumento expressivo na procura por tratamentos.

No Centro de Odontologia do Hospital IPO, por exemplo, o Dr.Frederico Fortes relata que recentemente a procura cresceu cerca de 50%, enquantono Centro Odontológico Pio XII o Dr. Vitório Bonacin Filho aponta uma alta de25% em tratamentos que não são de emergência. O crescimento na demandacontempla não apenas as necessidades de manutenção da saúde bucal, como tambémos procedimentos estéticos e ortodônticos.

“O pessoal tem buscado um tratamento mais estético, obrasileiro se preocupa muito com a estética. Após o fim da obrigatoriedade douso de máscara a procura por clínicas de odontologia acabou aumentando, sejapor conta do atraso de alguns pacientes em tratar a saúde bucal ou por umaquestão estética mesmo”, comenta Fortes. Ainda segundo os especialistas, o queaconteceu na pandemia é que muita gente acabou deixando de realizar oacompanhamento regular com um dentista, ficando de lado a manutenção dentária ea saúde bucal.

Agora, com os rostos expostos e o sorriso à mostra, essasmesmas pessoas estão procurando retomar a rotina de saúde bucal que tinhamanteriormente e também melhorar o aspecto estético, realizando limpezas,trocando restaurações e fazendo clareamento dental, por exemplo. “Nosso setorde profilaxia e limpeza está bombando, porque a pessoa tira a máscara e vê quetem uma necessidade que não é só de saúde, é estético também. Então a retiradada máscara aumentou a procura por questões estéticas”, diz o dentista BonacinFilho. “Temos recebido muitos pacientes que dizem que não tratam o dente hádois anos e agora estão doidos para tirar a máscara, mas estão com denteamarelado, cárie, e querem arrumar”, complementa. Hábitos da pandemiaprejudicam a saúde bucal O retorno dos pacientes aos consultórios odontológicostraz infeliz constatação: a saúde bucal das pessoas está, via de regra, bempior que antes da pandemia, tanto pelo tempo sem acompanhamento de um dentistacomo pelo consumo de alimentos não saudáveis.

“O que aconteceu muito é que as pessoas estão comendo mais,fazendo mais comida em casa ou mesmo pedindo muita comida. O uso excessivo dosdentes, consumo de alimentos muito doces, isso é prejudicial para a saúdebucal. Os pacientes estão voltando com quadros bem piores do que víamosanteriormente”, constata Fortes.

“Durante a pandemia houve um aumento muito grande de doençasde gengiva, provocadas por bactéria. Pessoal come, não escova o dente direito eaí fica com o alimento apodrecendo na boca. Quando coloca a máscara, esquentaboca e a bactéria vai crescendo, o que vai provocar manchas no dente, cárie,gengivite, tártaro e etc e tal, que é o que está fazendo as pessoas procuraremo dentista agora”, emenda Bonacin Filho.

“A saúde bucal muitas vezes é deixada de lado, as pessoasnão dão a devida importância para a questão da boca. Pensam ‘é um dente lá dofundo, tá escondido, ninguém vai ver’. Mas a saúde começa pela boca, é lá ondese tem mais bactétras no corpo humano. Manter hábitos saudáveis, com visitasfrequentes ao dentista, são fundamentais para a saúde em geral do dentista doHospital IPO, Dr. Frederico Fortes Enxágue, uso de fio dental e outras medidasimportantes A cirurgiã dentista Roberta Held destaca ainda que, com ou semmáscara de proteção, os cuidados e os tratamentos dentários não devem serdeixados para depois.

“O sorriso, sem dúvida, é um cartão de visita em todas asatividades que realizamos na vida e a saúde bucal é o fundamento para o nossobem-estar como um todo”, diz ela. Por isso, manter hábitos de enxágue e uso defio dental são fundamentais, bem como fazer uma visita periódica ao seudentista. Via de regra, o intervalo recomendado entre uma e outra consulta é deseis meses, mas esse prazo pode ser alongado ou encurtado dependendo daavaliação do profissional que lhe atende. “Outra dica bem legal que eu sempredou diz respeito aos doces ao longo da manhã, do dia.

As vezes a pessoa come uma bala às três da tarde e só vaiescovar o dente antes de dormir, só que essa sacarose que fica na sua boca éprejudicial. As vezes é melhor comer 10 balas logo após o almoço e escovar odente em seguida do que comer uma no meio da tarde e só escovar o dente horasdepois. Isso é totalmente prejudicial para a saúde”, finaliza o Dr. FredericoFortes.

Fonte: Bem Paraná

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